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Ricardo Eletro

"O Exército pode ser chamado a intervir", diz comandante geral do Exército

                                                   General Eduardo da Costa Villas Bôas »

    General passou por Pernambuco e concedeu entrevista ao Diario. Foto: Paulo Paiva/DP/D.A. Press

O general Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, 63 anos, está no comando geral do Exército brasileiro desde fevereiro. Nesta semana, esteve pela primeira vez em Pernambuco depois de assumir a função. Em passagem pelo Recife, concedeu entrevista aos jornais e falou sobre drogas, crise, transposição do Rio São Francisco, golpe militar e mulheres no Exército. O currículo de Villas Bôas inclui a função de adido militar na China, chefe da assessoria parlamentar do Exército e comandante militar da Amazônia. Além disso, em 2014, respondeu pelo comando de operações terrestres, com atuação na estratégia de defesa da Copa do Mundo.

Transposição
Ontem (quinta-feira passada) fomos a Paulo Afonso conhecer as obras da transposição do Rio São Francisco. É realmente de importância transcendental. Pela primeira vez se empreendeu projeto capaz de mudar a realidade do Nordeste. O Brasil entrou no século 20 e saiu do século 20 com a mesma realidade. Hoje sabemos que não sairemos do século 21 da mesma forma. São quinze anos de atraso, o que sacrifica uma geração, mas é um avanço incrível de qualquer forma.

Crise
O orçamento dos sete projetos estratégicos do Exército sofreu corte de 40%. O que considero mais importante para a sociedade é o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), iniciado em 2012 para melhorar o controle da fronteira e avaliado em R$ 12 bilhões em dez anos. A previsão era concluir em 2022, mas hoje, com o ritmo orçamentário que nós temos, ele não estará pronto antes de 2035. São tecnologias sensíveis, que correm o risco de ficar obsoletas até lá. A Polícia Federal estima que 80% da criminalidade urbana são ligadas ao tráfico de drogas. E tudo passa pela fronteira. Nos preocupa também o fato de as empresas contratadas serem obrigadas a interromper os serviços.

Descriminalização das drogas
É uma questão sensível. Preocupa bastante. As polícias se manifestam contra. Em um pronunciamento, o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria disse ser veementemente contra. Ele disse que as pessoas não imaginam a relação entre droga e suicídio. Isso nos afeta. Não posso admitir a discriminalização no Exército. Não posso admitir militar armado de serviço consumindo droga.

Golpe
As manifestações de rua que pedem a volta do regime militar são uma questão complexa. Nossa interpretação é que as pessoas não pedem a volta do governo militar, com algumas exceções. Estão reclamando dos valores. Estamos em crise econômica, política e ética. Se transformar em crise social, pode gerar problemas de segurança pública e o Exército pode ser chamado a intervir.

Mulheres
Hoje 5% do nosso efetivo são formados por mulheres, mas na área técnica, e não na operacional. Em 2016 faremos concurso para elas ingressarem em 2017 pela primeira vez na Academia Militar das Agulhas Negras. Teremos mulheres cadetes.

Diario de Pernambuco

Globo Natureza mostra o Babaçu de Jacobina para o Brasil



(Por Gervásio Lima) - Jacobina volta a ser destaque na programação nacional da Rede Globo de Televisão. Desde o início do mês de outubro, várias inserções avulsas na grade de programação da emissora têm destacado no Globo Natureza o trabalho das catadoras do Coco Babaçu, na comunidade de Cocho de Dentro.


Ilustrada de belas imagens feitas na região do Cocho, o áudio do Globo Natureza conta a história da palmeira e explica como é feita a extração e o beneficiamento do Babaçu. Veja em:

http://g1.globo.com/natureza/videos/t/globo-natureza/v/globo-natureza-babacu/4512258/


A descoberta das catadoras de Babaçu pelo Globo Natureza se deu após o trabalho da Associação Comunitária de Moradores e Agricultores de Cocho de Dentro (ACMCD), ter sido mostrado nos programas Bom Dia Bahia e Bahia Rural, ambos da Rede Bahia de Televisão, em junho deste ano.


Cocho de Dentro - O Cocho de Dentro se destaca não só pela produção e beneficiamento do fruto da palmeira, como também como uma das principais áreas para a prática do turismo ecológico e de aventura do município. Considerada uma das regiões mais bonitas de Jacobina, abriga quase que intacta sua fauna e flora, dividindo espaço com pequenas cachoeiras e serras exuberantes.


ACMCD – A Associação foi fundada no início do ano de 2000 com o objetivo de promover o desenvolvimento comunitário e a melhoria da qualidade de vida dos cerca de 150 moradores da comunidade.


A secretária da entidade, Kátia Cristina Novaes Leite, comemora os resultados positivos que a “aparição” nos programas de televisão tem proporcionado. Segundo ela, a procura pelos cosméticos e os artesanatos (biojóias) produzidos na Unidade Comunitária de Beneficiamento de Coco Babaçu, tiveram um aumento extraordinário. “Estamos fornecendo nossos produtos para todo o Brasil; o telefone não para de tocar após as veiculações do nosso trabalho na Rede Globo”, comemora.


Em texto postado em sua página na internet a ACMCD ressalta: “Há séculos as palmeiras imponentes, carregadas dos dourados babaçus, erguem seus braços majestosas no Vale do Cocho. Em nossa região é mais comum vermos licurizeiros e outros tipos de cocos. Mas os babaçuais caprichosamente se instalaram em nossa comunidade, trazidos não sabemos por que ventos ou animais. Nesses séculos de existência, além da beleza visual que proporcionam aos moradores e visitantes, seus atributos eram negligenciados, seus cocos, simplesmente vendidos para a queima em olarias ou utilizado por algumas famílias na produção de óleo para consumo próprio”.


Babaçu (Orbignya phalerata, Mart.) - É uma planta da família das palmáceas Arecaceae, dotada de frutos drupáceos com sementes oleaginosas e comestíveis das quais se extrai um óleo, empregado sobretudo na alimentação, além de ser alvo de pesquisas avançadas para a fabricação de biocombustíveis. Do broto, se extrai palmito de boa qualidade, o fruto, enquanto verde, serve para defumar a borracha. Quando maduro, a parte externa é comestível. Das folhas e espatas se fabricam esteiras, cestos, chapéus, entre outros produtos.


O babaçu é uma planta comum nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, sendo fonte de sustento econômico para diversas famílias. Isso acontece porque todas as partes da palmeira podem ser aproveitadas, desde o caule até as flores, passando pela casca dos frutos. Uma pesquisa da Faculdade de Farmácia e do Instituto de Química da UFRJ estuda agora as propriedades fitoterápicas da folha desta planta. De acordo com os pesquisadores, o babaçu pode conter substâncias analgésicas, antioxidantes e anti-inflamatórias.

E o botijão subiu ‘com gosto de gás’

(Por Gervásio Lima) - Como dizem os baianos através de suas peculiares gírias, o preço do ‘bujão’ de cozinha nas revendedoras do produto em Jacobina subiu ‘com gosto de gás’, ou seja, exageradamente. Famosas por sempre cobrar um valor acima da média de outras cidades e até mesmo de comunidades rurais do próprio município, as distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), mais conhecido como o gás de cozinha, de Jacobina, resolvem novamente surpreender ao majorar o preço do botijão de 13 kg em mais de trinta por cento.
Os jacobinenses têm se retado constantemente, mas de nada tem adiantado. Ignorando as irritações e os calundus da população e afrontando, inclusive, órgãos de fiscalização e controle de preços, distribuidoras são acusadas de estarem realizando “cartel” com os preços de venda e revenda de gás de cozinha, ao uniformizar o valor do botijão. Para os consumidores o aumento tem como objetivo ganhos ilegítimos, injustificados. Como o preço do gás de cozinha não é tabelado, os valores idênticos praticados pelas distribuidoras corroboram com a acusação.
O botijão estava sendo vendido por um preço médio de R$ 45, com o atual reajuste, essa média de preço passou para R$ 60. O percentual médio no Estado da Bahia foi de 12,5%. Os empresários alegam que os custos para comercialização subiram por isso tiveram que repassar aos consumidores. Em nota emitida para a imprensa no início deste mês, o Sindicato Nacional de Empresas Distribuidoras de Gás (Sindigás), nega que o aumento tenha ocorrido de forma generalizada, mas conforme a entidade, “o dia 1° de setembro é a data-base de reajuste salarial da categoria de trabalhadores de revendas de Gás LP, o que ocasiona um inevitável aumento de custos para as distribuidoras, com eventual impacto na formação dos preços ao consumidor final. Contudo, não há qualquer indicativo de reajuste de preços generalizado. Como o mercado tem autonomia para fixar seus preços, cabe ao consumidor pesquisar aquele revendedor que tem condições comerciais mais vantajosas”.
Na manhã desta quinta-feira (17), manifestantes bloquearam a passagem de veículos na Avenida Lomanto Júnior, no trecho onde fica localizada a sede regional do Ministério Público da Bahia, em protesto pelo alto valor do botijão de gás. Após protestarem em frente ao MP, os manifestantes se dirigiram até o Fórum Jorge Calmon para realizar a entrega de um abaixo-assinado, onde é solicitado o andamento de um processo de Ação Civil Pública que acusa a existência de ‘cartel do gás’.
Existem informações que em 2008 o Ministério Público reconheceu que existiam indícios de cartel, ou seja, de um acordo feito entre as empresas com o objetivo de aumentar os lucros e estabelecer uma condição privilegiada para impor seus preços. Já se passaram 7 anos e, absolutamente, nada, ainda, foi feito. Mas como dizem as crendices populares, o sete é o número da mentira, portanto pode ser que a verdade esteja por acontecer, pois ao contrário do gato, o bolso do consumidor não tem sete vidas.
Não quero dinheiro  (Tim Maia)
“Quando a gente ama não pensa em dinheiro
Só se quer amar
Se quer amar
Se quer amar
De jeito maneira
Não quero dinheiro
Eu quero amor sincero
Isto é que eu espero...”

Governo federal garante novas ações para revitalizar Velho Chico na Bahia

A revitalização do Rio São Francisco na Bahia está em pauta entre os governos estadual e federal. Nesta quinta-feira (17), uma boa notícia foi anunciada para um dos mais importantes rios do Brasil - o governo federal garantiu a liberação de R$ 2 milhões para ações de revitalização. Este valor será aplicado na implantação de dois viveiros - um na cidade de Barra, beneficiando o afluente Rio Grande, e o outro em Bom Jesus da Lapa, vocacionado para a Bacia do Rio Corrente. As mudas vão contribuir na recuperação de matas ciliares.

A decisão foi oficializada durante reunião, em Brasília, entre o ministro da Integração, Gilberto Ochi, o secretário-executivo da Casa Civil da Presidência, Marco Antônio, o diretor- presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), Vicente Andreo, o secretário nacional de Recursos Hídricos, Osvaldo Garcia, e, representando o Estado da Bahia, o secretário estadual da Casa Civil, Bruno Dauster, e o titular da Representação estadual na capital do País, Jonas Paulo.

“A revitalização é condição de sobrevivência do Rio São Francisco. Estamos em seca prolongada e a vazão do rio tem caído nesses últimos cinco anos”, disse Dauster. No mesmo sentido, o representante Jonas informou que em alguns pontos é possível atravessá-lo a pé. Por isso, o trabalho de revitalização é de longo prazo e o governo baiano pleiteará mais recursos.

Ainda sobre o tema água, Dauster aproveitou a ocasião para um novo alerta sobre a situação emergencial de abastecimento humano nas cidades do Médio São Francisco e nas que ficam no entorno do Lago do Sobradinho, no nordeste da Bahia. Ficou acertado que o Estado apresentará o mais rápido possível um estudo sobre a situação das localidades ao ministro Ochi e à Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). O ministro, em resposta, disse que se for caracterizada situação de emergência, atuará para resolver o problema.
Ascom - Casa Civil

Viva a Independência!

A Parada de 7 de setembro, como era chamado o dia do desfile que comemora a Independência do Brasil, era para muitos um dia de festa, de uma grande festa; o momento de poder assistir as apresentações das escolas que atuavam na cidade, sendo elas particulares e públicas. A promessa de ‘bônus de gratificações’ nas notas das disciplinas de Organização Social e Política Brasileira (OSPB) e Organização Moral e Cívica (OMC) talvez justificasse a presença maciça dos estudantes de 1º e 2º graus (o atual ensino médio).
Alunos e professores eram envolvidos nos preparativos que chegavam a acontecer meses antes da comemoração. Caras pintadas, com alusão aos nativos que tiveram seus espaços ocupados criminalmente pelos colonizadores portugueses (os índios), as miniaturas de baianas, com seus vestidinhos enfeitados com rendas e bordados e com ojá na cabeça, o aluno de cor mais escura representando os escravos e o aluno ‘menos escuro’ no papel do coronel ou da figura política, eram as configurações expressadas com mais frequência durante as apresentações. As bandas marciais e os veículos movidos à óleo diesel levando as crianças e poluindo o ambiente, complementavam a ‘marcha’.
O novo vestido de chita, a nova camisa de tergal, a vaselina no cabelo, o Kichute ou o Conga e as calças Ustop e de brim, eram, geralmente, o que predominavam no momento. Era um instante único; crianças comiam algodão doce e pipoca, os jovens (que tinham condições financeiras) bebiam Crush, Mirinda ou garapa de cana de açúcar e se deliciavam com os sorvetes americanos. Que momentos...
Saudosismos à parte. O que se percebe quando se remonta ao passado é que os participantes poderiam ter diversos sentimentos durante os desfiles, o de alegria, o de nostalgia, o do próprio histórico mesmo distorcido, entre outros, menos o de patriotismo, de civismo e de cidadania. Era uma data onde os educandários disputavam a melhor apresentação e a quantidade de participantes e onde o público vivia e interagia da sua forma.
Há muitos e muitos anos atrás o desfile era bastante diversificado, movimentado e colorido, longe de prevalecer a ideia de cidadania, até porque, a partir de 1889, data da Proclamação da República, as comemorações do 7 de setembro aconteciam de maneira relativamente informal e espontânea, tendo originalmente apenas um desfile militar nas capitais, pois os primeiros governos republicanos não haviam definido se a grande data nacional seria esta, o 15 de novembro (data da Proclamação), ou o dia 21 de abril (morte de Tiradentes). Foi no primeiro governo de Getúlio Vargas que os estudantes e algumas agremiações e sindicatos foram agregados ao desfile.
Hoje, com a democracia consolidada, com todos os direitos do cidadão garantidos em lei e livres da repressão militar, figuras tentam desvirtuar o real significado da comemoração, incitando e provocando o desgaste de algo que se lutou muito para se conquistar, a liberdade.
Viva a Independência!

Bandeira branca, amor
Não posso mais.
Pela saudade,
Que me invade eu peço paz.Dalva de Oliveira.
 
Por Gervásio Lima
Jornalista e historiador

Duas motos são tomadas de assalto na estrada da Cachoeira dos Alves em Jacobina


2Segundo informações policiais, duas motocicletas foram tomadas de assalto por volta das 20 horas do sábado na Avenida Dr Carlito Daltro, mais conhecida como estrada da Cachoeira dos Alves,  em Jacobina. Segundo consta, os dois motociclistas viajavam juntos pela estrada vicinal quando foram abordados por três elementos que estavam em uma moto. Armados, ele obrigaram as duas vítimas a entregarem suas motos, uma Honda NXR 160 BROS ESD prata, placa PJH  5062, ano 2015, licença de Jacobina ,  e  uma Honda CG 125 FAN  vermelha  2014, placa  OVB 8175, licença de Várzea Nova. os  ladrões fugiram em seguida.

Outro caso semelhante foi registrado na semana passada, quando na madrugada do  dia 22, dois elementos em uma moto tomaram de assalto uma moto Honda NXR BROS ES 150 preta ano 2009, placa  JSG 5124, licença de Jacobina, na estrada vicinal conhecida como desvio da Pedra Branca.

A polícia investiga os casos registrados na delegacia local.

Emerson Rocha / Bahia Acontece

Miguel Calmon: Tragédia, mãe mata filho e comete suicídio em seguida

Foto
Na manhã desta terça feira (18), A professora Eliane Araujo da Silva, 24 anos, foi encontrada sem sinais vitais juntamente com o seu filho Luiz Fernando, de 5 anos, na rua do cemitério, em Miguel
Calmon.
De acordo com informações, o pedreiro que estava trabalhando na residencia, teria achado estranho quando chegou para trabalhar pela manhã e ninguem abriu a porta, ele entao teria acionado a policia.
O corpo do filho de Eliane foi encontrado sem sinais vitais em cima de um colchão. Eliane foi encontrada enforcada em um dos quartos. Uma escada foi encontrada encostada na parede, o que tudo indica que ela usou para amarar a corda no teto da casa e cometeu suicídio.
Eliane que ja teve problemas de depressao, mas nos ultimos dias apresentava um quadro de normalidade, inclusive estava trabalhando normalmente, segundo relatos de colegas.
O esposo de Eliane, conhecido como "Risadinha da oficina", estava trabalhando atualmente na EBAL, (cesta do povo), na cidade de Varzea do Poço-Ba.
O corpo de mae e filho ainda estão no local, (até as 12:30, momento da postagem). A policia militar fez o isolamento e aguarda a chegada da policia tecnica da cidade de Jacobina. Calmon Notícias

Daqui pra frente tudo vai ser diferente

Fulano será o meu candidato a prefeito na próxima eleição, pois além de ter dinheiro para gastar na campanha é um grande empresário, sabe lidar com finanças. Que nada, sou mais Beltrano, que ao contrário de Fulano que depois que ficou rico nunca mais voltou ao bairro onde viveu a infância e o pior, esqueceu que já foi pobre, está sempre presente. Quero ver Beltrano não cumprimentar a todos, sem distinção, quando encontra na rua. Falar com o povo e não ter dinheiro não adianta nada. O eleitor gosta é de vantagem e não de afago; o dindin é quem manda.
Infelizmente esta triste prosa foi real, ocorrida entre dois moradores de uma cidade que sofre há vários anos com administrações municipais catastróficas. Percebe-se claramente a falta de coerência pública e consciência política. Muitos municípios têm perdido a oportunidade de se tornar capazes em oferecer melhores condições de vida para suas populações em conseqüência das más escolhas nos pleitos eleitorais, principalmente os municipais.
A probabilidade para que ocorram erros e consequentemente decepções é muito maior quando o candidato é escolhido por estigmas. Sem raras exceções, já está mais que provado, por exemplo, que o ‘doutor’ pode ser bom para medicar, no caso do médico, advogar, no caso do advogado e acompanhar e elaborar projetos, como engenheiro. O bom administrador não precisa necessariamente de um título acadêmico ou de um sobrenome tradicional que o acusa como sendo de “família”. Precisa sim, de compromisso e zelo por aquilo que lhe foi confiado em gestar através da mais pura e democrática inocência do voto.
Lamentavelmente, o que geralmente predomina na escolha de um candidato a prefeito é a posição de status que o proponente ora ocupa na sociedade. Ficando de lado conceitos essenciais que identificam o ser humano, como a dignidade e a cidadania. No primeiro parágrafo do texto pode se observar na ‘conversa’ que os cidadãos estão preocupados em se proteger e se defender em favor dos seus interesses. Está convencido que a cordialidade é um importante requisito na escolha do candidato, já que acredita no acesso menos difícil ao possível gestor, enquanto o outro ver facilidade no assistencialismo por vias mercantilistas, como se a credencial para ser timoneiro é ser abastado.
Como no jogo ‘Vai e vem’, onde os jogadores utilizando das forças dos seus braços movimentam a bola de um lado para o outro, nas eleições municipais o que interessa são as forças políticas, surgidas a partir das mais diversas formas esdrúxulas, seja pela força do dinheiro, através da compra dos seus apoiadores ou de se aproveitar de um cargo ou função que exerce. O velho e o novo se confundem e a polarização geralmente acontecem entre o ruim e o ‘menos ruim’; um troca-troca prejudicial para o desenvolvimento social e econômico dos municípios afetados por esta triste realidade.
Neste momento se faz necessário prestar bem atenção nas reais pretensões dos pré-candidatos a candidato. A razão precisa sobrepor à emoção. A biografia do candidato não deve ser subestimada, como também não pode ser a única fonte de consulta. É imprescindível ainda, observar o sentimento de pertencimento e o conhecimento que o sujeito que aspira ser prefeito tem sobre o município que pretende administrar.
 
Se você pensa
“Daqui pra frente tudo vai ser diferente
Você tem que aprender a ser gente
Seu orgulho não vale nada! Nada!
 
Você não sabe e nunca procurou saber
Que quando a gente ama pra valer
Bom é ser feliz e mais nada! Nada!” – Roberto Carlos.
 
Por Gervásio Lima
Jornalista e Historiador

Programa apresentará Jacobina para o Brasil e para o mundo

A cultura, as curiosidades, a história e as belezas naturais de Jacobina serão destaque, do programa “A Bahia que a gente gosta”, da Rede Record de Televisão. Durante três dias, a produção do programa visitou diversos pontos do município, como a Vila de Itaitu e o parque das cachoeiras da localidade, a Serra do Cruzeiro, trechos do Caminho Real, igrejas e outros.
Sob o comando de Ana Paula Farias, o programa A Bahia que a gente gosta mostra toda a cultura, turismo, economia, sustentabilidade, esportes radicais e peculiaridades dos municípios baianos, buscando mostrar o que o estado tem de melhor para os baianos e turistas. É uma oportunidade para que cidades do interior divulguem a cultura e a riqueza que existe, estimulando o turismo e valorizando o estado.
A apresentadora disse que já tinha ouvido falar sobre Jacobina, mas não imaginava que a cidade fosse tão encantadora. “Não tinha noção de que realmente encontraria. Esta cidade foi esculpida à dedo, com muito carinho”, elogiou. Perguntada sobre o que mais lhe chamou a atenção, ela fez questão de relacionar o que chama de “excelentes particularidades”, como os atrativos naturais ainda conservados, a vegetação e as variações climáticas. “Não percebi em outros lugares que visitamos uma variação de clima como encontrei aqui. Em um mesmo município, pudemos observar temperaturas diferentes”. Ana Paula destacou também a receptividade da população, a organização e a pujança do comércio local e a estrutura geológica, através dos relevos das serras que circundam a cidade. “Gosto de mostrar o que vejo e o que sinto e Jacobina proporciona isso. É uma cidade de fatura. Aqui encontramos um pouco de tudo, comida, água, atrativos naturais e culturais, gentileza...”.
Para o historiador Gervásio Lima, que esteve acompanhando a produção do A Bahia que a gente gosta, a presença da rede de televisão que mais cresce no país, pela qualidade dos trabalhos que tem apresentado, na cidade é motivo de comemoração. Segundo o historiador, é uma oportunidade de ouro poder mostrar os inúmeros atrativos que a cidade oferece. “Importante iniciativa da Rede Record. Uma grande contribuição para que Jacobina seja vista e conhecida em todo o mundo. Como jacobinense, agradeço a apresentadora Ana Paula por ter escolhido Jacobina para mostrar o que a natureza lhe presenteou e o que ela herdou das boas ações realizadas no passado”, ressaltou.
Em Jacobina, a equipe do programa contou com o apoio de representantes da Aspaf Norte, nas pessoas de Amilton Honorato e Richard Silva, do turismólogo e proprietário da Agência Simões Turismo, Túlio Simões e do historiador Gervásio Lima. A produção foi toda de responsabilidade da Record Bahia, sem a participação ou apoio da prefeitura do município.
O A Bahia que a gente gosta é considerado uma atração turística que mostra o encanto de lugares belíssimos da Bahia todos os domingos, na Record Bahia. O programa não é exibido apenas na Bahia. Aos sábados e domingos, o programa vai ao ar pela Record News para todo o Brasil e também é mostrado para todo o mundo pela Record Internacional. Em Portugal, por exemplo, a atração faz bastante sucesso.
“É um programa que valoriza o potencial das cidades baianas, com objetivo também de levantar a auto-estima dos moradores dos lugares visitados. “Mostramos os pontos positivos, a parte boa, uma alternativa para o telespectador que aprecia a cultura, a história e a natureza”, enfatizou Ana Paula, completando que não realiza nada sozinha, “trabalho com uma equipe que também se empenha bastante para levar o melhor para o telespectador. Minha equipe é nota mil”, finalizou.

Redução pode não ser a solução

Aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos deputados, a proposta que reduz a maioridade penal no Brasil de 18 para 16 anos, tem divido a opinião dos brasileiros. A CCJ, influenciada pela a Frente Parlamentar da Segurança Pública, conhecida como Bancada da Bala, aprovou no final do mês de março deste ano a constitucionalidade da PEC (Proposta de Emenda Constitucional).
Para tentar justificar as opiniões favoráveis à diminuição da idade existem aqueles que citam as leis de alguns estados americanos, onde adolescentes acima de 12 anos de idade podem ser submetidos a processos judiciais da mesma forma que adultos. Dados do Unicef (Fundo das Nações Unida]s para a Infância), revelam a experiência mal sucedida dos EUA. O país, que assinou a Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança aplicou em seus adolescentes penas previstas para os adultos. Lá na terra do Tio Sam, os jovens que cumpriram pena em penitenciárias voltaram a praticar crimes e de forma mais violenta. O resultado concreto para a sociedade foi o agravamento da violência.
Estudos mostram que em nenhum lugar do mundo houve experiência positiva de adolescentes e adultos juntos no mesmo sistema penal. Fazer isso não diminuirá a violência e formará mais quadros para o crime. Além disso, nosso sistema penal como está não melhora as pessoas, ao contrário, aumenta sua violência. Outro fato demonstrado no campo da criminologia e das ciências sociais é que não existe relação direta de causalidade entre a adoção de soluções punitivas e repressivas e a diminuição dos índices de violência.
A ONU (Organização das Nações Unidas), “instituição internacional formada por 192 Estados soberanos e fundada após a 2ª Guerra Mundial para manter a paz e a segurança no mundo, fomentar relações amistosas entre as nações, promover o progresso social e melhores padrões de vida e direitos humanos”, já se manifestou contra a PEC da maioridade. Para a entidade, a violência no Brasil pode aumentar caso a norma seja aprovado. “Se as infrações cometidas por adolescentes e jovens forem tratadas exclusivamente como uma questão de segurança pública e não como um indicador de restrição de acessos a direitos fundamentais, a cidadania e a Justiça, o problema da violência no Brasil poderá ser agravado, com graves conseqüências no presente e no futuro”, disse a ONU, em nota oficial.
A pressão para a redução da maioridade penal está baseada em casos isolados, e não em dados estatísticos. Segundo a Secretaria Nacional de Segurança Pública, jovens entre 16 e 18 anos são responsáveis por menos de 0,9% dos crimes praticados no país. Se forem considerados os homicídios e tentativas de homicídio, esse número cai para 0,5%.
A família possui um papel fundamental na construção de valores. Antes da educação básica, o aprendizado e os conceitos familiares são essenciais para a formação moral do indivíduo. Segundo o psicanalista Jacques Lacan, a família é a responsável pela educação primária, ao passo que a escola e as demais instituições, pela educação secundária. Segundo ele, o papel desenvolvido pela família é decisivo para a estruturação da personalidade daqueles que nascem no seu interior, já que todo o processo educativo fundamenta-se na afetividade, diferentemente das outras agências educativas, que devem recorrer ao intelecto.
Ao contrário do que muitos pensam, no Brasil, o adolescente, a partir dos 12 anos, pode ser responsabilizado pelos atos que comete contra a lei; de forma diferenciada do adulto, não porque não saiba o que está fazendo, mas pela sua condição de sujeito em desenvolvimento. A medida sócio educativa não é para punir severamente o menor infrator pelos erros que cometeu, e sim prepará-lo para uma vida adulta e ajudá-lo a recomeçar. É fato que tais medidas precisam ser revistas, pois, dependendo da infração, a ‘punição’ deve ser diferenciada, mas não seria uma intempestiva e de caráter emocional mudança na lei que venha a prejudicar o debate.
Em vez de se preocupar na diminuição da maioridade penal, é preciso investir mais em educação e em políticas públicas voltadas para a proteção dos jovens, para diminuir a vulnerabilidade dos mesmos ao crime. A educação é fundamental para qualquer indivíduo se tornar um cidadão, mas no Brasil, mesmo com os avanços conquistados nos últimos anos na área, muitos jovens, principalmente os das classes menos favorecidas são excluídos deste processo. Puni-los com cadeia é tirar a chance de se tornarem cidadãos conscientes de direitos e deveres.
Com a redução da idade penal, o que certamente acontecerá é o recrutamento mais cedo pelo mundo do crime.
“O jovem tem todos os defeitos do adulto e mais dois: o da inexperiência e o da imaturidade.” Nelson Rodrigues. 
Por Gervásio Lima.
Jornalista e historiador.

Solenidade em Salvador comemora 190 anos da Polícia Militar da Bahia

Cerimônia ocorreu na noite desta quarta-feira, na Vila Militar do Bonfim.
Governador Rui Costa e secretários de estado estiveram presentes no local.

Solenidade 190 da PM da Bahia (Foto: Raul Golinelli/GOVBA)

Solenidade foi realizada na noite desta quarta-feira (Foto: Raul Golinelli/GOVBA)

Policiais militares foram homenageados em solenidade realizada na noite desta quarta-feira 22, na Vila Militar do Bonfim, em Salvador. A cerimônia comemorou os 190 anos da Polícia Militar da Bahia. Durante a solenidade, as tropas desfilaram e apresentaram equipamentos usados diariamente para proteger o cidadão.
Na cerimônia, que também teve a presença de representantes das Forças Armadas, foram entregues as medalhas "Mérito Policial Militar" e "Mérito Marechal Argolo Vicente de Itaparica" a civis e militares que prestaram relevantes serviços à corporação. Dentre eles, o procurador-geral do Estado, Márcio Fahel, e os secretários estaduais de Cultura, Jorge Portugal, da Segurança Pública, Maurício Barbosa, da Fazenda, Manoel Vitório, e de Comunicação, André Curvello.
Na ocasião também foi homenageado o patrono da PM, o Alferes de Milícia Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.
Presente no evento, o governador Rui Costa destacou a importância da Polícia MIlitar.
"São 190 anos de uma instituição que muitos ajudaram a construir e que, durante todos esses anos, defendeu e defende até hoje o povo baiano”, afirmou o governador. Na cerimônia, o gestor do estado recebeu uma espada, símbolo que representa o exercício do alto comando da corporação. G1

No interior do Acre, família cultiva laranjas gigantes com mais de 2,5 kg

'Um pouco azeda e amarga' diz dono da árvore.
'São pouco encontradas, por isso chamam atenção', explica especialista.

Produtor Geraldo exibe laranja de sua propriedade (Foto: Gleilson Miranda/ Secom Acre)
Produtor Geraldo exibe laranja de sua propriedade (Foto: Gleilson Miranda/ Secom
Acre)

Um pé de laranja que produz frutos gigantes chama a atenção no município acreano de Manoel Urbano, a 215 km da capital Rio Branco. A espécie, conhecida como laranja cidra, é cultivada na propriedade rural do agricultor Geraldo Almeida e pode chegar a pesar mais de 2,5 kg.
De acordo com o funcionário público Cirleif Almeida, filho do agricultor, a família já mantém a árvore há nove anos, depois de conseguir uma muda com um vizinho que já possuía um exemplar da espécie. A árvore permanece também sendo única na propriedade, já que as laranjas geralmente não têm sementes.
saiba mais
Produção de abacaxi de até 12 kg é destaque no interior do Acre
"Como a fruta não tem semente a gente não pode plantar novos pés. A gente pensa em procurar especialistas para tentar fazer enxertos e conseguir novas mudas. Se aumentar o plantio a gente pode até pensar em comercializar", especula.
Segundo Almeida, a fruta tem um sabor peculiar. "Não sei nem explicar, é um pouco azeda e amarga no final, meio estranha", avalia.

Frutas podem pesar mais de 2,5 kg
De acordo com o engenheiro agrônomo Mauro Ribeiro, a laranja cidra (Citrus medica L.) não é uma anomalia, embora seu cultivo seja incomum. G1

Minuto de Sabedoria

Não critique!
 
Procure antes coladorar com todos, sem fazer críticas.
A crítica fere, e ninguém  gosta de ser ferido.
E a criatura que gosta de criticar, aos poucos, se vê isolada de todos.
Se ve alguma coisa errada, fale com amor e carinho, procurando ajudar.
Mas, sobretudo, procure corrigir os outros, através de seu proprio exemplo.
 
Carlos torres Pastorino

Até que a morte nos separe

Em uma das intermináveis filas que se formam do lado de fora e de dentro de agências bancárias da cidade de Jacobina, duas pessoas conversam sobre diversos assuntos do cotidiano, pelo longo período de espera, sem saber, dão uma verdadeira aula de conhecimentos gerais. O beijo gay de determinada novela, as insípidas e relambórias reportagens dos telejornais, a estiagem, a administração pública, entre outros assuntos são comentados e discutidos.
A fileira cresce e nada de chegar o momento do atendimento. Quanto mais tempo, mais aumento de aporrinhação e de assuntos. De repente, uma outra pessoa, visivelmente entediada, também puxa conversa (uma forma encontrada para o tempo passar mais rápido): “Gente, vendo vocês conversando sobre notícias... viram a notícia da queda daquele avião nas montanhas, na França? Que tragédia. Soube que morreram 150 pessoas”. Outro vizinho de fila completa: “É fim de mundo. Só se ver notícia de acidentes de avião e carros com mortes. Só Deus na causa”. Uma moça, que até então displicente, com olhos voltados apenas para a tela de um celular, entra na prosa: “Lá na Europa morreram os passageiros do avião e aqui no Brasil, no Estado de Santa Catarina, morreram 51 pessoas em um acidente de ônibus”.
Depois deste último comentário, como se tivesse sido ensaiado, muitos perguntaram: “quando aconteceu este acidente no Brasil?”.
A informação que se passava naquele momento era sobre o acidente com o Airbus A320 da Germanwings que ia de Barcelona (Espanha) a Düsseldorf (Alemanha), ocorrido no dia 24 de março deste ano, quando morreram as 150 pessoas que estavam à bordo. Conforme a equipe que investiga o caso, o copiloto alemão Andreas Lubitz, de 27 anos de idade, lançou a aeronave de propósito contra a montanha. As vítimas são originárias de 18 países, mas a maioria é de nacionalidade espanhola e alemã.
A divulgação da queda desta aeronave repercutiu todo o mundo, sendo notícia em todos os meios de comunicação por vários dias, pela manhã, à tarde e à noite. Diversas são as ‘versões’ passadas para “justificar” a fatalidade. Que o copiloto sofria de depressão, que o mesmo já anunciava que queria ser conhecido mundialmente, entre outras. Toda a vida do pseudo suicida foi, e ainda está, sendo publicizada na imprensa brasileira como principal notícia de alguns telejornais.
A outra tragédia que se tratava naquele momento foi a do acidente com um ônibus que caiu em uma ribanceira no município de Joinville, em Santa Catarina, no dia 10 março, onde morreram 51 pessoas. O veículo que transportava 59 passageiros havia saído de União da Vitória, no Paraná, para um encontro religioso em Guaratuba, no mesmo estado. O motorista teria escolhido fazer o caminho por Santa Catarina para encurtar a viagem. Segundo informações, a 100 quilômetros do destino, ele perdeu o controle em uma curva e o ônibus caiu em uma ribanceira. A velocidade era tanta, que o ônibus ganhou impulso para cima e depois caiu como um dardo de uma altura de cerca de 50 metros, até cravar a dianteira em um barranco.
Das 51 vítimas identificadas pelo IML 15 eram homens, 20 mulheres, cinco adolescentes e 11 crianças. O motorista e proprietário do ônibus, Sérgio Antônio da Costa, morreu junto com o filho, de 12 anos.
Duas grandes e injustificáveis tragédias, mas o que chama a atenção é que, ao contrário da que aconteceu na Europa, a do Brasil não recebeu tanta atenção da mídia. Não como o que se propaga até hoje sobre o copiloto; informações sobre o motorista do ônibus praticamente não existem. Será que ele passava por problemas de saúde? Como estão as famílias das vítimas e a do motorista? As condições do tempo e da estrada eram favoráveis para a trafegabilidade no momento do acidente? O que realmente aconteceu e o que diferem os acidentes para a mídia?
 
Por Gervásio Lima
Jornalista e historiador

NOTA DE PESAR

A Bahia e o Brasil estão em luto pelo falecimento do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e ex-deputado federal, Zezéu Ribeiro, ocorrido na tarde desta quarta-feira, 25, na cidade de São Paulo, de hemorragia digestiva.
Em Jacobina, Zezéu Ribeiro foi apoiado em suas duas candidaturas para deputado federal, pelo grupo liderado pelo petista José Lages do Sindicato dos Bancários.
Filiado ao PT desde 1982, presidiu o partido na Bahia (1995-1999) e integrou o Diretório Nacional (2001-2003), além de ter sido presidente do Sindicato dos Arquitetos da Bahia. Em Salvador, exerceu o mandato de vereador em três legislaturas, alcançando amplo reconhecimento que o levou a se eleger deputado federal em 2002
Zezéu foi uma pessoa que, além do seu compromisso de luta em prol do povo baiano, com seu carisma e bom humor, era admirado e respeitado por todos que o conhecia ou conviveu durante a sua militância política e partidária. Zezéu sempre se preocupou com todos os assuntos relacionados à Bahia, com foco nas políticas públicas voltadas para o interior do Estado, principalmente a região Semiárida.
A esquerda brasileira perdeu uma grande referência e nós do PT perdemos um incansável companheiro. Vai com Deus amigo Zezéu.
 
José Lages Gomes
Cristener Inácio
Gilberto Modesto
Ruivan Pereira
Maria das Mercês
Carlinhos do PT
Gervásio Lima

É preciso saber viver

Obama, um animal do mundo
 
Obama, este é o nome do sujeito, ou melhor, do gato mais conhecido do centro da cidade de Jacobina. Apesar de sua pelagem preta, creditam o seu nome a uma homenagem ao presidente dos EUA por conta da sua influência e por lembrar poder em relação aos demais felinos, que como ele são sem teto, um morador em situação de rua, não por opção ou por causas como abandono familiar, situação econômica, desemprego, desajuste social, drogas, álcool e problema psicológico, mas pela falta de uma política pública voltada para a proteção e controle de natalidade animal.
Boa praça, Obama chega a ser uma atração. Todos os dias ele circula pelas imediações da Praça Rio Branco e do Calçadão, distribuindo simpatia e carinhos, se esfregando nas pernas de conhecidos e desconhecidos, homens, mulheres, crianças... Ele não escolhe o estabelecimento comercial para tirar aquela soneca. Não se importando com o que acontece ao seu redor, esparrama-se por chãos de lojas, farmácias, bares e lanchonetes, como que já fosse parte do ambiente.
Bon-vivant, imagina-se até que seja por ‘conveniência’ e por que não inteligência, tem sua alimentação e até mesmo medicação quando preciso garantidas pelos que ele agrada com a sua visita diária. Apesar da sua ‘personalidade’ amigável e do seu comportamento de bom amigo, Obama parece não ter uma boa convivência com os seus semelhantes. Vez ou outra aparece com ferimentos que evidenciam brigas, provocadas certamente por disputa de poder ou demarcação territorial; talvez com medo de perder a atenção dos seus amigos humanos.
Obama passa uma imagem perfeita aos olhos dos humanos, e assim não é, percebe-se pelos ferimentos, de forma alguma, com os seus companheiros de rua. Não necessariamente com o mesmo roteiro, sua história remete à Turma de Manda Chuva, o gato nova-iorquino morador de rua, que, com Batatinha, Bacana, Espeto, Gênio e Chu-Chu, vivia aprontando confusões pela cidade e fugindo do Guarda Belo. Manda Chuva se destacava com o jeito malandro, fala mansa, olhar atento, comandando uma trupe e sempre a fim de tirar vantagem.
Pegando o gancho da história do gato Obama, não é exagero comparar seus atos irracionais com comportamentos condenáveis de quem se espera que seja exemplo na questão de tratamento social e respeito por outrem. Adjetivos e ataques pessoais são cada vez mais presentes em pronunciamentos públicos de autoridades, numa clara demonstração de desvio de conduta; típico de pessoa que não dispõe de nenhuma educação, que tem o prazer de ser indelével e inconveniente.
Algumas atitudes identificam uma pessoa agradável, entre elas: aquela que fala de forma tranquila e modulada, não eleva o volume da voz com quem quer que seja e tem equilíbrio no que fala; aquela que após avaliar a situação, escolhe as palavras certas e o modo mais apropriado para se expressar, respeitando opiniões e não criando polêmicas desnecessárias, que conhece a distinção em lidar com as mais diversas pessoas e trata todos de forma igual e respeitosa, não existindo diferença ou predileção.
É importante e necessário saber que expressar-se de forma arisca e impositiva só afasta as pessoas. Ratificando, é preciso pensar antes de falar, e falar com as palavras certas, não como se fosse o senhor da verdade.
 
É preciso saber viver
Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer na solidão
É preciso ter cuidado
Pra mais tarde não sofrer
É preciso saber viver..”
                 Roberto Carlos
Por Gervásio Lima
Jornalista e historiador

Carros de luxo apreendidos em ações contra tráfico são usados pela polícia


Justiça autoriza corporação a utilizar veículos, avaliados em até R$ 300 mil.
Para delegado, decisão é importante para combate ao crime em Goiânia.
 
Carros de luxo apreendidos em prisão de traficantes são usados pela polícia em GoIânia, Goiás (Foto: Reprodução/Jornal Nacional )
 
Carros de luxo de traficantes agora servem à Polícia Civil em Goiás (Foto: Reprodução/Jornal Nacional )
 
A Polícia Civil conseguiu dar um novo destino aos carros de luxo que eram apreendidos durante operações contra o tráfico de drogas, em Goiânia. Até então, alguns veículos de alto padrão que pertenciam a traficantes e eram avaliados em até R$ 300 mil, ficavam amontoados em pátios até que o processo fosse concluído. Porém, a corporação conseguiu na Justiça autorização para utilizar onze automóveis em patrulhamento na cidade.
Todos os carros pertenciam ao grupo liderado por Marcelo Gomes de Oliveira, conhecido como "Olhos Verdes" e considerado o maior traficante de Goiás, que está foragido.
 
Uma mudança na lei, em 2012, possibilitou o uso dos carros pela força policial. O juiz federal Alberico Rocha destinou vários dos carros para a polícia, além de mandar a leilão mais de 500 automóveis antes mesmo que o trâmite judicial fosse finalizado.
"Além de agilizar e evitar a desvalorização desses bens, ela também consiste na resposta mais imediata no combate à criminalidade", explica. 
Segundo o delegado Eduardo Prado, o apoio da Justiça e dos veículos é essencial para o combate ao crime organizado.
"Apreensão de drogas por si só não resolve o problema do tráfico de drogas no Brasil. No momento que você age nos bens, no patrimônio, no dinheiro, nas fazendas, nos veículos, nas aeronaves destas organizações criminosas você abala o tráfico de drogas", diz. G1

Por determinação da Justiça, Prisco não pode comparecer a posse na Alba

   
  O deputado estadual eleito, Marco Prisco (PSDB), não poderá participar da própria solenidade de posse para cargo de deputado estadual, marcada para o próximo domingo (01), às 14h30, na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (Alba), em Salvador. Isto porque ele ainda tem que cumprir um decisão da Justiça que determinou recolhimento domiciliar, proibição de sair às ruas entre 20 horas e 6 horas pela Justiça Federal, e a não apreciação do habeas corpus pelas instâncias superiores.
 
Para a advogada do deputado, Marcelle Maron, o impedimento de comparecer a própria posse vai contra o princípio da separação dos poderes e da imunidade parlamentar, consagrados da Constituição Federativa do Brasil.
 
"Ou seja, o Judiciário não pode interferir nas ações do Legislativo. Em não apreciando nosso pedido liminar de comparecimento do deputado à solenidade de posse, o Judiciário intenta contra a própria Constituição. Além do mais, não há motivo para a manutenção das restrições. A justificativa da Justiça era a manutenção da ordem pública, mas se a cidade voltou à normalidade dois dias após o início das mobilizações, o motivo de ser da cautelar caiu por terra", alerta a advogada.
 
Ainda de acordo com Marcelle, Prisco é o único eleitor que será obrigado a pedir que alguém o representante na solenidade de posse do próprio mandato. A defensora ainda lembra uma das imposições das restrições é de que Prisco só poderá se deslocar em território de atuação profissional. 
 
“Ele agora é deputado estadual, tem imunidade parlamentar e foro privilegiado, prerrogativas que não estão sendo respeitadas pela Justiça. Como poderá atender aos anseios de todos os baianos se está impossibilitado de deixar a capital baiana?”, questionou a advogada.
 
O deputado estadual diplomado lamenta a situação. "Ainda acredito na Justiça. Creio que as vontades dos meus 108.041 eleitores prevalecerão. Eles disseram nas urnas, quando me elegeram o terceiro mais votado da Bahia, que nunca me enxergaram como uma ameaça à sociedade, mas que acreditam em meu trabalho como deputado estadual do Estado da Bahia”, afirmou soldado Prisco. Bocão News

O Spider voltou! Anderson Silva encara Nick Díaz após sofrer grave lesão


 Pouco mais de um ano após sofrer uma lesão que chocou o Brasil e os fãs de MMA por todo o mundo, o maior lutador de MMA de todos os tempos volta aos octógonos. Diante de Nick Díaz e uma arena lotada em Las Vegas, EUA, Anderson Silva vai tentar provar que ainda pode ser a lenda que bateu recordes e era considerado imbatível até ser derrotado por Chris Weidman.

Aos 39 anos, Anderson acumula 33 vitórias no MMA, 20 delas por nocaute. Ele se destacou no UFC por vencer 17 lutas seguidas e defender o cinturão dos médios 10 vezes seguidas, batendo grandes nomes do esporte como Vítor Belfort, Dan Henderson, Forrest Griffin, Chael Sonnen e Rich Franklin.

A série invencível chegou ao fim justamente por conta do estilo provocador que transformou Anderson em uma lenda. Com a guarda baixa, marca registrada do Spider, o brasileiro acabou perdendo o título em julho de 2013, e teve a chance da revanche em dezembro do mesmo ano, mas quebrou a perna e ficou afastado desde então.

O evento em que Anderson Silva e Nick Díaz se enfrentam terá início às 20h45 (horário de Salvador), com a luta do Spider sendo a última, acontecendo já na madrugada de domingo (1º).

Confira o card completo do UFC 183 em Las Vegas:

CARD PRINCIPAL
Peso-médio: Anderson Silva x Nick Diaz
Peso-meio-médio: Tyron Woodley x Kelvin Gastelum
Peso-leve: Joe Lauzon x Al Iaquinta
Peso-médio: Thales Leites x Tim Boetsch
Peso-meio-médio: Jordan Mein x Thiago Alves

CARD PRELIMINAR
Peso-galo: Miesha Tate x Sara McMann
Peso-médio: Ed Herman x Derek Brunson
Peso-mosca: Ian McCall x John Lineker
Peso-médio: Rafael Sapo x Tom Watson
Peso-pena: Diego Brandão x Jimy Hettes
Peso-médio: Rick Monstro x Ildemar Marajó
Peso-médio: Thiago Marreta x Andy Enz


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