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Ricardo Eletro

Jogos

Vende-se Palio Weekend Ano 2005, 2006

 
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Programa apresentará Jacobina para o Brasil e para o mundo

A cultura, as curiosidades, a história e as belezas naturais de Jacobina serão destaque, do programa “A Bahia que a gente gosta”, da Rede Record de Televisão. Durante três dias, a produção do programa visitou diversos pontos do município, como a Vila de Itaitu e o parque das cachoeiras da localidade, a Serra do Cruzeiro, trechos do Caminho Real, igrejas e outros.
Sob o comando de Ana Paula Farias, o programa A Bahia que a gente gosta mostra toda a cultura, turismo, economia, sustentabilidade, esportes radicais e peculiaridades dos municípios baianos, buscando mostrar o que o estado tem de melhor para os baianos e turistas. É uma oportunidade para que cidades do interior divulguem a cultura e a riqueza que existe, estimulando o turismo e valorizando o estado.
A apresentadora disse que já tinha ouvido falar sobre Jacobina, mas não imaginava que a cidade fosse tão encantadora. “Não tinha noção de que realmente encontraria. Esta cidade foi esculpida à dedo, com muito carinho”, elogiou. Perguntada sobre o que mais lhe chamou a atenção, ela fez questão de relacionar o que chama de “excelentes particularidades”, como os atrativos naturais ainda conservados, a vegetação e as variações climáticas. “Não percebi em outros lugares que visitamos uma variação de clima como encontrei aqui. Em um mesmo município, pudemos observar temperaturas diferentes”. Ana Paula destacou também a receptividade da população, a organização e a pujança do comércio local e a estrutura geológica, através dos relevos das serras que circundam a cidade. “Gosto de mostrar o que vejo e o que sinto e Jacobina proporciona isso. É uma cidade de fatura. Aqui encontramos um pouco de tudo, comida, água, atrativos naturais e culturais, gentileza...”.
Para o historiador Gervásio Lima, que esteve acompanhando a produção do A Bahia que a gente gosta, a presença da rede de televisão que mais cresce no país, pela qualidade dos trabalhos que tem apresentado, na cidade é motivo de comemoração. Segundo o historiador, é uma oportunidade de ouro poder mostrar os inúmeros atrativos que a cidade oferece. “Importante iniciativa da Rede Record. Uma grande contribuição para que Jacobina seja vista e conhecida em todo o mundo. Como jacobinense, agradeço a apresentadora Ana Paula por ter escolhido Jacobina para mostrar o que a natureza lhe presenteou e o que ela herdou das boas ações realizadas no passado”, ressaltou.
Em Jacobina, a equipe do programa contou com o apoio de representantes da Aspaf Norte, nas pessoas de Amilton Honorato e Richard Silva, do turismólogo e proprietário da Agência Simões Turismo, Túlio Simões e do historiador Gervásio Lima. A produção foi toda de responsabilidade da Record Bahia, sem a participação ou apoio da prefeitura do município.
O A Bahia que a gente gosta é considerado uma atração turística que mostra o encanto de lugares belíssimos da Bahia todos os domingos, na Record Bahia. O programa não é exibido apenas na Bahia. Aos sábados e domingos, o programa vai ao ar pela Record News para todo o Brasil e também é mostrado para todo o mundo pela Record Internacional. Em Portugal, por exemplo, a atração faz bastante sucesso.
“É um programa que valoriza o potencial das cidades baianas, com objetivo também de levantar a auto-estima dos moradores dos lugares visitados. “Mostramos os pontos positivos, a parte boa, uma alternativa para o telespectador que aprecia a cultura, a história e a natureza”, enfatizou Ana Paula, completando que não realiza nada sozinha, “trabalho com uma equipe que também se empenha bastante para levar o melhor para o telespectador. Minha equipe é nota mil”, finalizou.

Redução pode não ser a solução

Aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos deputados, a proposta que reduz a maioridade penal no Brasil de 18 para 16 anos, tem divido a opinião dos brasileiros. A CCJ, influenciada pela a Frente Parlamentar da Segurança Pública, conhecida como Bancada da Bala, aprovou no final do mês de março deste ano a constitucionalidade da PEC (Proposta de Emenda Constitucional).
Para tentar justificar as opiniões favoráveis à diminuição da idade existem aqueles que citam as leis de alguns estados americanos, onde adolescentes acima de 12 anos de idade podem ser submetidos a processos judiciais da mesma forma que adultos. Dados do Unicef (Fundo das Nações Unida]s para a Infância), revelam a experiência mal sucedida dos EUA. O país, que assinou a Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança aplicou em seus adolescentes penas previstas para os adultos. Lá na terra do Tio Sam, os jovens que cumpriram pena em penitenciárias voltaram a praticar crimes e de forma mais violenta. O resultado concreto para a sociedade foi o agravamento da violência.
Estudos mostram que em nenhum lugar do mundo houve experiência positiva de adolescentes e adultos juntos no mesmo sistema penal. Fazer isso não diminuirá a violência e formará mais quadros para o crime. Além disso, nosso sistema penal como está não melhora as pessoas, ao contrário, aumenta sua violência. Outro fato demonstrado no campo da criminologia e das ciências sociais é que não existe relação direta de causalidade entre a adoção de soluções punitivas e repressivas e a diminuição dos índices de violência.
A ONU (Organização das Nações Unidas), “instituição internacional formada por 192 Estados soberanos e fundada após a 2ª Guerra Mundial para manter a paz e a segurança no mundo, fomentar relações amistosas entre as nações, promover o progresso social e melhores padrões de vida e direitos humanos”, já se manifestou contra a PEC da maioridade. Para a entidade, a violência no Brasil pode aumentar caso a norma seja aprovado. “Se as infrações cometidas por adolescentes e jovens forem tratadas exclusivamente como uma questão de segurança pública e não como um indicador de restrição de acessos a direitos fundamentais, a cidadania e a Justiça, o problema da violência no Brasil poderá ser agravado, com graves conseqüências no presente e no futuro”, disse a ONU, em nota oficial.
A pressão para a redução da maioridade penal está baseada em casos isolados, e não em dados estatísticos. Segundo a Secretaria Nacional de Segurança Pública, jovens entre 16 e 18 anos são responsáveis por menos de 0,9% dos crimes praticados no país. Se forem considerados os homicídios e tentativas de homicídio, esse número cai para 0,5%.
A família possui um papel fundamental na construção de valores. Antes da educação básica, o aprendizado e os conceitos familiares são essenciais para a formação moral do indivíduo. Segundo o psicanalista Jacques Lacan, a família é a responsável pela educação primária, ao passo que a escola e as demais instituições, pela educação secundária. Segundo ele, o papel desenvolvido pela família é decisivo para a estruturação da personalidade daqueles que nascem no seu interior, já que todo o processo educativo fundamenta-se na afetividade, diferentemente das outras agências educativas, que devem recorrer ao intelecto.
Ao contrário do que muitos pensam, no Brasil, o adolescente, a partir dos 12 anos, pode ser responsabilizado pelos atos que comete contra a lei; de forma diferenciada do adulto, não porque não saiba o que está fazendo, mas pela sua condição de sujeito em desenvolvimento. A medida sócio educativa não é para punir severamente o menor infrator pelos erros que cometeu, e sim prepará-lo para uma vida adulta e ajudá-lo a recomeçar. É fato que tais medidas precisam ser revistas, pois, dependendo da infração, a ‘punição’ deve ser diferenciada, mas não seria uma intempestiva e de caráter emocional mudança na lei que venha a prejudicar o debate.
Em vez de se preocupar na diminuição da maioridade penal, é preciso investir mais em educação e em políticas públicas voltadas para a proteção dos jovens, para diminuir a vulnerabilidade dos mesmos ao crime. A educação é fundamental para qualquer indivíduo se tornar um cidadão, mas no Brasil, mesmo com os avanços conquistados nos últimos anos na área, muitos jovens, principalmente os das classes menos favorecidas são excluídos deste processo. Puni-los com cadeia é tirar a chance de se tornarem cidadãos conscientes de direitos e deveres.
Com a redução da idade penal, o que certamente acontecerá é o recrutamento mais cedo pelo mundo do crime.
“O jovem tem todos os defeitos do adulto e mais dois: o da inexperiência e o da imaturidade.” Nelson Rodrigues. 
Por Gervásio Lima.
Jornalista e historiador.

Solenidade em Salvador comemora 190 anos da Polícia Militar da Bahia

Cerimônia ocorreu na noite desta quarta-feira, na Vila Militar do Bonfim.
Governador Rui Costa e secretários de estado estiveram presentes no local.

Solenidade 190 da PM da Bahia (Foto: Raul Golinelli/GOVBA)

Solenidade foi realizada na noite desta quarta-feira (Foto: Raul Golinelli/GOVBA)

Policiais militares foram homenageados em solenidade realizada na noite desta quarta-feira 22, na Vila Militar do Bonfim, em Salvador. A cerimônia comemorou os 190 anos da Polícia Militar da Bahia. Durante a solenidade, as tropas desfilaram e apresentaram equipamentos usados diariamente para proteger o cidadão.
Na cerimônia, que também teve a presença de representantes das Forças Armadas, foram entregues as medalhas "Mérito Policial Militar" e "Mérito Marechal Argolo Vicente de Itaparica" a civis e militares que prestaram relevantes serviços à corporação. Dentre eles, o procurador-geral do Estado, Márcio Fahel, e os secretários estaduais de Cultura, Jorge Portugal, da Segurança Pública, Maurício Barbosa, da Fazenda, Manoel Vitório, e de Comunicação, André Curvello.
Na ocasião também foi homenageado o patrono da PM, o Alferes de Milícia Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.
Presente no evento, o governador Rui Costa destacou a importância da Polícia MIlitar.
"São 190 anos de uma instituição que muitos ajudaram a construir e que, durante todos esses anos, defendeu e defende até hoje o povo baiano”, afirmou o governador. Na cerimônia, o gestor do estado recebeu uma espada, símbolo que representa o exercício do alto comando da corporação. G1

No interior do Acre, família cultiva laranjas gigantes com mais de 2,5 kg

'Um pouco azeda e amarga' diz dono da árvore.
'São pouco encontradas, por isso chamam atenção', explica especialista.

Produtor Geraldo exibe laranja de sua propriedade (Foto: Gleilson Miranda/ Secom Acre)
Produtor Geraldo exibe laranja de sua propriedade (Foto: Gleilson Miranda/ Secom
Acre)

Um pé de laranja que produz frutos gigantes chama a atenção no município acreano de Manoel Urbano, a 215 km da capital Rio Branco. A espécie, conhecida como laranja cidra, é cultivada na propriedade rural do agricultor Geraldo Almeida e pode chegar a pesar mais de 2,5 kg.
De acordo com o funcionário público Cirleif Almeida, filho do agricultor, a família já mantém a árvore há nove anos, depois de conseguir uma muda com um vizinho que já possuía um exemplar da espécie. A árvore permanece também sendo única na propriedade, já que as laranjas geralmente não têm sementes.
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Produção de abacaxi de até 12 kg é destaque no interior do Acre
"Como a fruta não tem semente a gente não pode plantar novos pés. A gente pensa em procurar especialistas para tentar fazer enxertos e conseguir novas mudas. Se aumentar o plantio a gente pode até pensar em comercializar", especula.
Segundo Almeida, a fruta tem um sabor peculiar. "Não sei nem explicar, é um pouco azeda e amarga no final, meio estranha", avalia.

Frutas podem pesar mais de 2,5 kg
De acordo com o engenheiro agrônomo Mauro Ribeiro, a laranja cidra (Citrus medica L.) não é uma anomalia, embora seu cultivo seja incomum. G1

Minuto de Sabedoria

Não critique!
 
Procure antes coladorar com todos, sem fazer críticas.
A crítica fere, e ninguém  gosta de ser ferido.
E a criatura que gosta de criticar, aos poucos, se vê isolada de todos.
Se ve alguma coisa errada, fale com amor e carinho, procurando ajudar.
Mas, sobretudo, procure corrigir os outros, através de seu proprio exemplo.
 
Carlos torres Pastorino

Até que a morte nos separe

Em uma das intermináveis filas que se formam do lado de fora e de dentro de agências bancárias da cidade de Jacobina, duas pessoas conversam sobre diversos assuntos do cotidiano, pelo longo período de espera, sem saber, dão uma verdadeira aula de conhecimentos gerais. O beijo gay de determinada novela, as insípidas e relambórias reportagens dos telejornais, a estiagem, a administração pública, entre outros assuntos são comentados e discutidos.
A fileira cresce e nada de chegar o momento do atendimento. Quanto mais tempo, mais aumento de aporrinhação e de assuntos. De repente, uma outra pessoa, visivelmente entediada, também puxa conversa (uma forma encontrada para o tempo passar mais rápido): “Gente, vendo vocês conversando sobre notícias... viram a notícia da queda daquele avião nas montanhas, na França? Que tragédia. Soube que morreram 150 pessoas”. Outro vizinho de fila completa: “É fim de mundo. Só se ver notícia de acidentes de avião e carros com mortes. Só Deus na causa”. Uma moça, que até então displicente, com olhos voltados apenas para a tela de um celular, entra na prosa: “Lá na Europa morreram os passageiros do avião e aqui no Brasil, no Estado de Santa Catarina, morreram 51 pessoas em um acidente de ônibus”.
Depois deste último comentário, como se tivesse sido ensaiado, muitos perguntaram: “quando aconteceu este acidente no Brasil?”.
A informação que se passava naquele momento era sobre o acidente com o Airbus A320 da Germanwings que ia de Barcelona (Espanha) a Düsseldorf (Alemanha), ocorrido no dia 24 de março deste ano, quando morreram as 150 pessoas que estavam à bordo. Conforme a equipe que investiga o caso, o copiloto alemão Andreas Lubitz, de 27 anos de idade, lançou a aeronave de propósito contra a montanha. As vítimas são originárias de 18 países, mas a maioria é de nacionalidade espanhola e alemã.
A divulgação da queda desta aeronave repercutiu todo o mundo, sendo notícia em todos os meios de comunicação por vários dias, pela manhã, à tarde e à noite. Diversas são as ‘versões’ passadas para “justificar” a fatalidade. Que o copiloto sofria de depressão, que o mesmo já anunciava que queria ser conhecido mundialmente, entre outras. Toda a vida do pseudo suicida foi, e ainda está, sendo publicizada na imprensa brasileira como principal notícia de alguns telejornais.
A outra tragédia que se tratava naquele momento foi a do acidente com um ônibus que caiu em uma ribanceira no município de Joinville, em Santa Catarina, no dia 10 março, onde morreram 51 pessoas. O veículo que transportava 59 passageiros havia saído de União da Vitória, no Paraná, para um encontro religioso em Guaratuba, no mesmo estado. O motorista teria escolhido fazer o caminho por Santa Catarina para encurtar a viagem. Segundo informações, a 100 quilômetros do destino, ele perdeu o controle em uma curva e o ônibus caiu em uma ribanceira. A velocidade era tanta, que o ônibus ganhou impulso para cima e depois caiu como um dardo de uma altura de cerca de 50 metros, até cravar a dianteira em um barranco.
Das 51 vítimas identificadas pelo IML 15 eram homens, 20 mulheres, cinco adolescentes e 11 crianças. O motorista e proprietário do ônibus, Sérgio Antônio da Costa, morreu junto com o filho, de 12 anos.
Duas grandes e injustificáveis tragédias, mas o que chama a atenção é que, ao contrário da que aconteceu na Europa, a do Brasil não recebeu tanta atenção da mídia. Não como o que se propaga até hoje sobre o copiloto; informações sobre o motorista do ônibus praticamente não existem. Será que ele passava por problemas de saúde? Como estão as famílias das vítimas e a do motorista? As condições do tempo e da estrada eram favoráveis para a trafegabilidade no momento do acidente? O que realmente aconteceu e o que diferem os acidentes para a mídia?
 
Por Gervásio Lima
Jornalista e historiador

NOTA DE PESAR

A Bahia e o Brasil estão em luto pelo falecimento do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) e ex-deputado federal, Zezéu Ribeiro, ocorrido na tarde desta quarta-feira, 25, na cidade de São Paulo, de hemorragia digestiva.
Em Jacobina, Zezéu Ribeiro foi apoiado em suas duas candidaturas para deputado federal, pelo grupo liderado pelo petista José Lages do Sindicato dos Bancários.
Filiado ao PT desde 1982, presidiu o partido na Bahia (1995-1999) e integrou o Diretório Nacional (2001-2003), além de ter sido presidente do Sindicato dos Arquitetos da Bahia. Em Salvador, exerceu o mandato de vereador em três legislaturas, alcançando amplo reconhecimento que o levou a se eleger deputado federal em 2002
Zezéu foi uma pessoa que, além do seu compromisso de luta em prol do povo baiano, com seu carisma e bom humor, era admirado e respeitado por todos que o conhecia ou conviveu durante a sua militância política e partidária. Zezéu sempre se preocupou com todos os assuntos relacionados à Bahia, com foco nas políticas públicas voltadas para o interior do Estado, principalmente a região Semiárida.
A esquerda brasileira perdeu uma grande referência e nós do PT perdemos um incansável companheiro. Vai com Deus amigo Zezéu.
 
José Lages Gomes
Cristener Inácio
Gilberto Modesto
Ruivan Pereira
Maria das Mercês
Carlinhos do PT
Gervásio Lima

É preciso saber viver

Obama, um animal do mundo
 
Obama, este é o nome do sujeito, ou melhor, do gato mais conhecido do centro da cidade de Jacobina. Apesar de sua pelagem preta, creditam o seu nome a uma homenagem ao presidente dos EUA por conta da sua influência e por lembrar poder em relação aos demais felinos, que como ele são sem teto, um morador em situação de rua, não por opção ou por causas como abandono familiar, situação econômica, desemprego, desajuste social, drogas, álcool e problema psicológico, mas pela falta de uma política pública voltada para a proteção e controle de natalidade animal.
Boa praça, Obama chega a ser uma atração. Todos os dias ele circula pelas imediações da Praça Rio Branco e do Calçadão, distribuindo simpatia e carinhos, se esfregando nas pernas de conhecidos e desconhecidos, homens, mulheres, crianças... Ele não escolhe o estabelecimento comercial para tirar aquela soneca. Não se importando com o que acontece ao seu redor, esparrama-se por chãos de lojas, farmácias, bares e lanchonetes, como que já fosse parte do ambiente.
Bon-vivant, imagina-se até que seja por ‘conveniência’ e por que não inteligência, tem sua alimentação e até mesmo medicação quando preciso garantidas pelos que ele agrada com a sua visita diária. Apesar da sua ‘personalidade’ amigável e do seu comportamento de bom amigo, Obama parece não ter uma boa convivência com os seus semelhantes. Vez ou outra aparece com ferimentos que evidenciam brigas, provocadas certamente por disputa de poder ou demarcação territorial; talvez com medo de perder a atenção dos seus amigos humanos.
Obama passa uma imagem perfeita aos olhos dos humanos, e assim não é, percebe-se pelos ferimentos, de forma alguma, com os seus companheiros de rua. Não necessariamente com o mesmo roteiro, sua história remete à Turma de Manda Chuva, o gato nova-iorquino morador de rua, que, com Batatinha, Bacana, Espeto, Gênio e Chu-Chu, vivia aprontando confusões pela cidade e fugindo do Guarda Belo. Manda Chuva se destacava com o jeito malandro, fala mansa, olhar atento, comandando uma trupe e sempre a fim de tirar vantagem.
Pegando o gancho da história do gato Obama, não é exagero comparar seus atos irracionais com comportamentos condenáveis de quem se espera que seja exemplo na questão de tratamento social e respeito por outrem. Adjetivos e ataques pessoais são cada vez mais presentes em pronunciamentos públicos de autoridades, numa clara demonstração de desvio de conduta; típico de pessoa que não dispõe de nenhuma educação, que tem o prazer de ser indelével e inconveniente.
Algumas atitudes identificam uma pessoa agradável, entre elas: aquela que fala de forma tranquila e modulada, não eleva o volume da voz com quem quer que seja e tem equilíbrio no que fala; aquela que após avaliar a situação, escolhe as palavras certas e o modo mais apropriado para se expressar, respeitando opiniões e não criando polêmicas desnecessárias, que conhece a distinção em lidar com as mais diversas pessoas e trata todos de forma igual e respeitosa, não existindo diferença ou predileção.
É importante e necessário saber que expressar-se de forma arisca e impositiva só afasta as pessoas. Ratificando, é preciso pensar antes de falar, e falar com as palavras certas, não como se fosse o senhor da verdade.
 
É preciso saber viver
Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer na solidão
É preciso ter cuidado
Pra mais tarde não sofrer
É preciso saber viver..”
                 Roberto Carlos
Por Gervásio Lima
Jornalista e historiador

Carros de luxo apreendidos em ações contra tráfico são usados pela polícia


Justiça autoriza corporação a utilizar veículos, avaliados em até R$ 300 mil.
Para delegado, decisão é importante para combate ao crime em Goiânia.
 
Carros de luxo apreendidos em prisão de traficantes são usados pela polícia em GoIânia, Goiás (Foto: Reprodução/Jornal Nacional )
 
Carros de luxo de traficantes agora servem à Polícia Civil em Goiás (Foto: Reprodução/Jornal Nacional )
 
A Polícia Civil conseguiu dar um novo destino aos carros de luxo que eram apreendidos durante operações contra o tráfico de drogas, em Goiânia. Até então, alguns veículos de alto padrão que pertenciam a traficantes e eram avaliados em até R$ 300 mil, ficavam amontoados em pátios até que o processo fosse concluído. Porém, a corporação conseguiu na Justiça autorização para utilizar onze automóveis em patrulhamento na cidade.
Todos os carros pertenciam ao grupo liderado por Marcelo Gomes de Oliveira, conhecido como "Olhos Verdes" e considerado o maior traficante de Goiás, que está foragido.
 
Uma mudança na lei, em 2012, possibilitou o uso dos carros pela força policial. O juiz federal Alberico Rocha destinou vários dos carros para a polícia, além de mandar a leilão mais de 500 automóveis antes mesmo que o trâmite judicial fosse finalizado.
"Além de agilizar e evitar a desvalorização desses bens, ela também consiste na resposta mais imediata no combate à criminalidade", explica. 
Segundo o delegado Eduardo Prado, o apoio da Justiça e dos veículos é essencial para o combate ao crime organizado.
"Apreensão de drogas por si só não resolve o problema do tráfico de drogas no Brasil. No momento que você age nos bens, no patrimônio, no dinheiro, nas fazendas, nos veículos, nas aeronaves destas organizações criminosas você abala o tráfico de drogas", diz. G1

Por determinação da Justiça, Prisco não pode comparecer a posse na Alba

   
  O deputado estadual eleito, Marco Prisco (PSDB), não poderá participar da própria solenidade de posse para cargo de deputado estadual, marcada para o próximo domingo (01), às 14h30, na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia (Alba), em Salvador. Isto porque ele ainda tem que cumprir um decisão da Justiça que determinou recolhimento domiciliar, proibição de sair às ruas entre 20 horas e 6 horas pela Justiça Federal, e a não apreciação do habeas corpus pelas instâncias superiores.
 
Para a advogada do deputado, Marcelle Maron, o impedimento de comparecer a própria posse vai contra o princípio da separação dos poderes e da imunidade parlamentar, consagrados da Constituição Federativa do Brasil.
 
"Ou seja, o Judiciário não pode interferir nas ações do Legislativo. Em não apreciando nosso pedido liminar de comparecimento do deputado à solenidade de posse, o Judiciário intenta contra a própria Constituição. Além do mais, não há motivo para a manutenção das restrições. A justificativa da Justiça era a manutenção da ordem pública, mas se a cidade voltou à normalidade dois dias após o início das mobilizações, o motivo de ser da cautelar caiu por terra", alerta a advogada.
 
Ainda de acordo com Marcelle, Prisco é o único eleitor que será obrigado a pedir que alguém o representante na solenidade de posse do próprio mandato. A defensora ainda lembra uma das imposições das restrições é de que Prisco só poderá se deslocar em território de atuação profissional. 
 
“Ele agora é deputado estadual, tem imunidade parlamentar e foro privilegiado, prerrogativas que não estão sendo respeitadas pela Justiça. Como poderá atender aos anseios de todos os baianos se está impossibilitado de deixar a capital baiana?”, questionou a advogada.
 
O deputado estadual diplomado lamenta a situação. "Ainda acredito na Justiça. Creio que as vontades dos meus 108.041 eleitores prevalecerão. Eles disseram nas urnas, quando me elegeram o terceiro mais votado da Bahia, que nunca me enxergaram como uma ameaça à sociedade, mas que acreditam em meu trabalho como deputado estadual do Estado da Bahia”, afirmou soldado Prisco. Bocão News

O Spider voltou! Anderson Silva encara Nick Díaz após sofrer grave lesão


 Pouco mais de um ano após sofrer uma lesão que chocou o Brasil e os fãs de MMA por todo o mundo, o maior lutador de MMA de todos os tempos volta aos octógonos. Diante de Nick Díaz e uma arena lotada em Las Vegas, EUA, Anderson Silva vai tentar provar que ainda pode ser a lenda que bateu recordes e era considerado imbatível até ser derrotado por Chris Weidman.

Aos 39 anos, Anderson acumula 33 vitórias no MMA, 20 delas por nocaute. Ele se destacou no UFC por vencer 17 lutas seguidas e defender o cinturão dos médios 10 vezes seguidas, batendo grandes nomes do esporte como Vítor Belfort, Dan Henderson, Forrest Griffin, Chael Sonnen e Rich Franklin.

A série invencível chegou ao fim justamente por conta do estilo provocador que transformou Anderson em uma lenda. Com a guarda baixa, marca registrada do Spider, o brasileiro acabou perdendo o título em julho de 2013, e teve a chance da revanche em dezembro do mesmo ano, mas quebrou a perna e ficou afastado desde então.

O evento em que Anderson Silva e Nick Díaz se enfrentam terá início às 20h45 (horário de Salvador), com a luta do Spider sendo a última, acontecendo já na madrugada de domingo (1º).

Confira o card completo do UFC 183 em Las Vegas:

CARD PRINCIPAL
Peso-médio: Anderson Silva x Nick Diaz
Peso-meio-médio: Tyron Woodley x Kelvin Gastelum
Peso-leve: Joe Lauzon x Al Iaquinta
Peso-médio: Thales Leites x Tim Boetsch
Peso-meio-médio: Jordan Mein x Thiago Alves

CARD PRELIMINAR
Peso-galo: Miesha Tate x Sara McMann
Peso-médio: Ed Herman x Derek Brunson
Peso-mosca: Ian McCall x John Lineker
Peso-médio: Rafael Sapo x Tom Watson
Peso-pena: Diego Brandão x Jimy Hettes
Peso-médio: Rick Monstro x Ildemar Marajó
Peso-médio: Thiago Marreta x Andy Enz


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Minuto de Sabedoria

Policie suas palavras
 
Evite termos impróprios e anedotas pesadas.
 
Lembre-se de que tudo o que dizemos permanece em nossa atmosfera mental, atraindo aqueles que pensam da mesma forma, e que passarão a formar o circulo comum em redor de nós.
 
Não ofenda com palavras baixas os anjos de Deus, que se afastarão de você horrorizados.
 
A boa educação se manifesta também através das palavras que partem de nós
 
Carlos Torres Pastorino

JACOBINA: HOMEM INVADE IGREJA DA MATRIZ, FAZ AMEAÇAS E É DETIDO PELA GUARDA MUNICIPAL

Um homem identificado como FERNANDO ANTÔNIO MACEDO, de 57 anos de idade, deixou as pessoas que estavam na Igreja da Matriz assustadas na tqrde desta terça-feira. Bastante agitado, ele invadiu a igreja dizendo que queria falar com o padre e chegou a fazer ameaças as duas pessoas que estavam no local com algumas cadeiras plásticas. Como o padre nao estava na igreja ele se trancou no banheiro , de onde só saiu com a intervenção dos Guardas Municipais. A SAMU foi acionada e receitou a primeira medicação no homem que se mostrava bastante desorientado e agitado. Logo em seguida ele foi levado ao hospital municipal. Depois que foi retirado do banheiro seu Fernando disse que estava com medo pois estaria, segundo ele, sendo perseguido e queria ajuda do padre. Disse ser natural da cidade de Picos , no Piaui, e que era professor de linguas estrangeiras. Relatou que queria trabalhar como guia turistico mas teve todos os seus documentos roubados na região da feira-livre e que os mesmos homens que lhe roubaram queria lhe matar. Os guardas municipais relataram que ele é o mesmo homem que ficou preso na área de autoatendimento do Banco do Brasil no fim de semana. De qualquer forma esta situação mostra que ele é uma pessoa que apresenta transtornos e que precisa de um acompanhamento mais cuidadoso do município antes que algo mais grave aconteça.

Emerson Rocha / Bahia Acontece

Gato atropelado aparece vivo cinco dias após dono enterrá-lo nos EUA

Proprietário achou que Bart tinha morrido ao achá-lo imóvel em estrada.
Bicho surgiu vivo em quintal de vizinho; imprensa o apelidou de 'gato zumbi'.

Gato Bart pode perder o olho, mas deve sair vivo após ser enterrado pelo dono que achou que tinha morrido (Foto: Reprodução/Facebook/Humane Society of Tampa Bay)
Gato Bart pode perder o olho, mas deve sair vivo após ser enterrado pelo dono que achou que tinha morrido (Foto: Reprodução/Facebook/Humane Society of Tampa Bay)
Um gato chamado Bart ganhou o apelido de "gato zumbi" na imprensa internacional depois que foi dado como morto por seu dono e reapareceu cinco dias após ser enterrado. O caso aconteceu na Flórida, segundo reportagem da Fox News.
Ellis Hutson, dono de Bart, disse que o encontrou numa estrada após ser atropelado por um carro desconhecido. Como achou que estava morto, enterrou o animal. Cinco dias depois, o bicho apareceu bastante machucado, mas vivo, no quintal de um vizinho.
Ellis então levou Bart a uma entidade de proteção de animais em Tampa Bay para receber atenção veterinária. Ele tem a mandíbula quebrada, um traumatismo na cabeça e deve perder um olho, mas é provável que saia vivo. O dono não faz ideia de como o gato sobreviveu. G1

Dois anos depois, veja 24 erros que contribuíram para tragédia na Kiss

Incêndio em 27 de janeiro de 2013 em Santa Maria matou 242 pessoas.
Confira as conclusões da polícia, peritos, promotores e especialistas.

          O incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, não havia completado nenhum mês e as autoridades já o definiam como uma “sucessão de erros primários”, nas palavras no então presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-RS), Luiz Alcides Capoani. Nesta terça-feira (27), data que marca os dois anos da tragédia que comoveu o país, o G1 compila 24 desses erros.
São irregularidades, ações e omissões que contribuíram para o incêndio e o elevado número de vítimas – foram 242 mortes e mais de 600 feridos. Alguns desses erros ou condutas resultaram em processos em várias esferas para responsabilização dos apontados como culpados, outros não. As conclusões foram retiradas do relatório do próprio Crea-RS sobre a tragédia, do inquérito da Polícia Civil, do laudo do Instituto-Geral de Perícias (IGP) e das denúncias feitas pelo Ministério Público (MP) à Justiça. Confira:

Delegado posta foto que mostra uso de fogo na boate Kiss (Foto: Reprodução/Facebook)
Delegado postou foto que mostra uso de fogo
na boate Kiss (Foto: Reprodução/Facebook)
1) Show pirotécnico em ambiente fechado Ficou comprovado pelo depoimento de 98 testemunhas, prova de vídeo e laudo pericial que o incêndio na Kiss teve origem durante o show da banda Gurizada Fandangueira. O vocalista Marcelo de Jesus dos Santos segurou um artefato pirotécnico, cujas faíscas entraram em contato com o revestimento no teto do palco, iniciando as chamas. A boate não tinha autorização para fazer isso tipo de show, mas eles eram frequentes na casa noturna, segundo a polícia.    

2) Uso de fogo de artifício inadequado Durante a apresentação na Kiss, a banda usou fogo de artifício conhecido como “chuva de prata”, indicado para uso em ambientes externos, conforme aviso na embalagem. O material foi comprado dois dias antes em uma loja de Santa Maria pelo produtor Luciano Bonilha Leão. Em depoimento à polícia, o gerente da loja disse que, na ocasião, foi oferecido a ele fogos para ambientes fechados, que custavam cerca de R$ 50. O produtor optou pelos fogos de uso externo, de menor valor. Eles custavam R$ 2,50, ou seja, 20 vezes menos.

Espuma revestimento - Kiss 24 erros (Foto: IGP-RS/Reprodução)
Ampliação de foto mostra espuma que revestia
o teto do palco (Foto: IGP-RS/Reprodução)
3) Espuma inflamável como revestimento O revestimento acústico do palco da Kiss foi feito com uma espuma comum, sem tratamento antichama. Testemunhas disseram à polícia que o material foi instalado por dois funcionários da boate durante uma reforma em 2012 a mando de um dos sócios, Elissandro Spohr, e sem supervisão técnica. A perícia constatou que a espuma tinha em sua composição poliuretano, material altamente inflamável e tóxico, que libera gases como cianeto durante a queima. Esses gases foram responsáveis pela morte por asfixia da grande maioria das 242 vítimas, revelaram os exames de necropsia.

Extintor boate Kiss 24 erros (Foto: IGP-RS/Reprodução)
Como ficou o extintor que falhou ao lado do palco
(Foto: IGP-RS/Reprodução)
4) Falha em extintor de incêndio Assim que perceberam o fogo no teto, o vocalista da banda e seguranças da boate tentaram apagar as chamas com um extintor de incêndio posicionado ao lado do palco, mas o equipamento não funcionou. O laudo do IGP confirmou que o extintor estava inoperante. Para o Crea-RS, a falha foi fundamental para a propagação do incêndio, já que poderia ter extinguido o foco inicial das chamas. Funcionários da boate disseram a polícia que Elissandro não costumava deixar os extintores nas paredes, sob a alegação de que eles prejudicavam a decoração.

Vídeo extraído de celular mostra vocalista com extintor na mão -  Kiss 24 erros (Foto: IGP-RS/Reprodução)
Vídeo extraído de celular mostra vocalista com
extintor na mão (Foto: IGP-RS/Reprodução)
5) Falta de aviso sobre o incêndio Durante as investigações, a polícia quis saber por que o vocalista da Gurizada Fandangueira, Marcelo de Jesus dos Santos, não avisou o público que a boate estava pegando fogo. Ele foi um dos primeiros a tentar combater o foco inicial do incêndio e tinha um microfone em mãos. A polícia concluiu que o alerta poderia ter minimizado os efeitos do incêndio. Para o MP, ele e o produtor da banda “revelaram total indiferença com a segurança e a vida das pessoas, assumindo o risco de matá-las”.

Foto mostra fila gigantesca na entrada da boate Kiss, em Santa Maria (Foto: Arquivo Pessoal)
Foto mostra fila gigantesca na entrada da boate
Kiss, em Santa Maria (Foto: Arquivo Pessoal)
6) A boate estava superlotada A capacidade de público da Kiss era de 691 pessoas, conforme o Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PPCI) considerado na emissão do último alvará. O inquérito da polícia diz que tanto os bombeiros quanto a Prefeitura de Santa Maria não tinham conhecimento da capacidade da boate e que o documento com esse cálculo foi introduzido na documentação da Kiss após a tragédia. O IGP calculou que a boate, em condições ideais, comportaria 769 pessoas. Somados, o número de vítimas e o de pessoas que foram atendidas em hospitais resultou em 864 pessoas, mas a suspeita é de que mais de mil estavam na casa noturna na madrugada do incêndio. 

Entrada da boate Kiss em Santa Maria (Foto: Antonio Scorza/AFP)
Boate tinha apenas uma porta de entrada
e saída (Foto: Antonio Scorza/AFP)
7) Havia apenas uma porta de saída – A Kiss tinha apenas uma porta e de tamanho insuficiente para possibilitar a saída rápida da quantidade de pessoas que estavam na boate. As leis contra incêndio de Santa Maria e do Estado vigentes à época, baseadas na Norma 9.077 da ABNT, determinavam duas saídas para casas noturnas, em lados opostos. A boate tinha duas passagens que davam no hall de entrada, onde havia duas aberturas. “Dessa forma, aproveitando as deficiências normativas, possivelmente se tentou evitar ter que abrir uma nova abertura na fachada do edifício, ou mesmo reduzir a área destinada ao público para construir uma rota de fuga alternativa”, ressaltou o relatório do Crea-RS. O laudo do IGP concluiu ainda que a saída deveria ter 4,40 metros de comprimento e não 2,56 metros. 

Guarda-corpo arrancado pelo público e reposicionado por peritos na porta da boate - Kiss 24 erros (Foto: IGP-RS/Reprodução)
Guarda-corpo que foi arrancado pelo público e
reposicionado por peritos durante vistoria
(Foto: IGP-RS/Reprodução)
8) Obstáculos impediram a saída do público O inquérito policial concluiu que o grande número de obstáculos na saída da boate foi um dos fatores fundamentais para o grande número de mortes. Segundo a perícia do IGP, em três locais havia guarda-corpos, um deles bem em frente à porta de saída. Além disso, para deixar a boate alguns clientes teriam que passar, em sequência, por três portas diferentes. Os peritos também calcularam que todas as rotas de fuga tinham mais de 10 metros de comprimento (a distância máxima para casas noturnas) e apenas uma tinha menos de 20 metros. Policiais chegaram a usar a palavra “labirinto” para descrever o interior da Kiss. Para o Crea-RS, se as rotas de evacuação e as saídas estivessem desobstruídas, o número de vítimas teria sido bem menor.

9) Saída foi barrada por seguranças Mais de 80 pessoas relataram em depoimento à polícia que os seguranças da casa noturna impediram a saída do público nos primeiros instantes após o incêndio. Segundo esses relatos, a orientação era para que os clientes passassem nos caixas e pagassem as comandas antes de sair. A porta da boate só teria sido aberta minutos depois, após um conflito entre os seguranças e o público. Na denúncia sobre a tragédia, o MP diz que os seguranças agiram cumprindo ordem prévia dos sócios da boate, Elissandro e Mauro Hoffmann, para não deixarem clientes saírem sem pagar a conta.

Iluminação de emergência não funcionou, segundo testemunhas Kiss 24 erros (Foto: IGP-RS/Reprodução)
Iluminação de emergência não funcionou,
segundo testemunhas (Foto: IGP-RS/Reprodução)
10) Sinalização de emergência inadequada De acordo com os depoimentos de sobreviventes à polícia, quando as luzes da boate apagaram, não havia luzes de emergência nem placas de sinalização da saída. Os peritos do IGP não conseguiram determinar se as luzes emergência estavam funcionando porque elas foram destruídas pelo fogo. Mas encontraram vestígios de duas placas de sinalização apenas em dois dos cinco principais ambientes da boate. Além disso, não havia iluminação junto ao piso, que pudesse ser vista mesmo com a fumaça. Na escuridão, muitas vítimas teriam confundido a saída com os banheiros, onde corpos foram encontrados.

Sistema de exaustão estava bloqueado por janelas fechadas e paredes - Kiss - 24 erros (Foto: IGP-RS/Reprodução)
Sistema de exaustão estava bloqueado por janelas
fechadas e paredes (Foto: IGP-RS/Reprodução)
11) Sistema de exaustão bloqueado A boate não tinha janelas e o sistema de exaustão de ar estava obstruído. Isso impediu a dispersão da fumaça, que acabou direcionada principalmente para a saída, quando as portas foram abertas. Os dutos de ar ficavam nos banheiros da parte da frente da casa noturna e estavam obstruídos por janelas basculantes lacradas e por paredes de alvenaria. De acordo com um vídeo extraído pela polícia do celular de uma pessoa que estava na boate, a fumaça tomou conta do ambiente em poucos segundos. “A concentração e toxicidade da fumaça gerada foram decisivas para o surgimento de tantas vítimas fatais”, salientou o relatório do Crea-RS.

12) Falta de outros itens de segurança – Como o prédio da Kiss não tinha janelas, a boate deveria obedecer a exigências especiais das normas contra incêndio da ABNT, que baseavam a legislação contra incêndio de Santa Maria e do Estado. Os peritos do IGP concluíram que, além das duas saídas, a boate não dispunha de chuveiros automáticos (sprinklers) e sistema automático de saídas de fumaça e gases quentes.  

13) Funcionários e seguranças sem treinamento – Os funcionários que trabalhavam na Kiss, tanto os próprios quanto os terceirizados, nunca receberam qualquer treinamento para lidar com o público e para agir em situações de emergência. Esse treinamento é obrigatório, sem o qual não é emitido o alvará do Corpo de Bombeiros. Além disso, os funcionários da boate não dispunham de qualquer meio de comunicação apto a minimizar riscos em caso de tumulto. Para o Crea-RS, “essa falta de preparo foi um componente importante que agravou as deficiências do sistema de evacuação”.

Perspectiva em 3D da boate Kiss baseada na planta baixa da boate (Foto: Reprodução/IGP)
Perspectiva em 3D mostra como era a boate
antes do incêndio (Foto: IGP-RS/Reprodução)
14) Obras sem autorização ou responsável técnico – Conforme depoimentos de funcionários da Kiss à polícia, os sócios da boate realizavam reformas sem orientação de engenheiros ou arquitetos e à revelia do poder público. Em uma dessas obras, o projeto da boate foi modificado com a colocação da espuma de poliuretano no teto que emitiu fumaça tóxica ao pegar fogo. Para o Crea-RS, o fato foi “uma negligência séria”, pois os proprietários deveriam ter solicitado um novo alvará dos bombeiros e a boate teria de passar obrigatoriamente por uma nova vistoria.

15) Fiscalização permitiu funcionamento irregular – Em pelo menos nove situações, a Kiss funcionou de forma irregular. Nos nove primeiros meses, a partir de julho de 2009, a boate não tinha alvará de localização, documento que permite que uma atividade seja exercida em determinado local. Em três períodos a boate também não tinha alvará dos bombeiros, um deles por quase um ano, entre agosto de 2010 e 2011. A boate também funcionou sem alvarás sanitário e ambiental. Segundo a polícia, a danceteria foi fiscalizada e multada seis vezes, mas nunca foi fechada para regularização. A polícia indiciou quatro servidores municipais por homicídio culposo por suposta negligência, mas o MP não considerou ilícita a conduta deles e arquivou as denúncias.

Advogado de sócio da boate apresentou alvará vencido Kiss 24 erros (Foto: Tatiana Lopes/G1)
Advogado de sócio da boate apresentou
alvará vencido (Foto: Tatiana Lopes/G1)
16) Falhas na concessão dos alvarás – De acordo com a polícia, os dois alvarás contra incêndio expedidos pelos bombeiros para a Kiss não poderiam ter sido emitidos por conta de irregularidades na boate. Na emissão do segundo alvará, constatou também o Crea-RS, uma vistoria detectou que havia apenas uma porta de saída, mas o documento foi liberado mesmo assim após uma segunda vistoria. Do mesmo modo, segundo a polícia, a prefeitura não poderia ter emitido o alvará de localização, pois a boate estava com alvará sanitário vencido e o projeto arquitetônico apresentava 29 irregularidades e ainda não havia sido aprovado. Cinco bombeiros foram denunciados na Justiça Militar por não terem fiscalizado adequadamente a boate, mas o MP entendeu que a conduta deles não teve relação com as mortes. O pedido de indiciamento de quatro servidores públicos foi arquivado.

17) Documento fraudado regularizou abertura – Os proprietários da Kiss fraudaram documentos para regularizar a abertura da boate junto à Prefeitura de Santa Maria. Em 2009, para que fosse expedido o alvará de localização, era preciso apresentar uma “consulta popular”, com a assinatura de moradores de um raio máximo de 100 metros do estabelecimento. Muitas pessoas que firmaram o documento não moravam na região ou sequer existiam, segundo a polícia. O MP denunciou 34 por falsidade ideológica, entre sócios e pessoas que assinaram o documento.   

Um dos donos da boate Kiss, o empresário Mauro Hoffmann se entrega à polícia e é preso.  (Foto: Emerson Souza/Agência RBS)
Mauro Hoffmann era um dos sócios da boate
(Foto: Emerson Souza/Agência RBS)
18) Boate tinha “laranjas” como sócios – Desde que foi criada até a data da tragédia, a Kiss tinha sócios de fachada, os chamados “laranjas”, que eram proprietários apenas no papel. Segundo o MP, essa irregularidade ocorreu nas três modificações contratuais da boate, incluindo a criação da sociedade, sob o nome de Santo Entretenimento LTDA. Em dezembro, baseado em novo inquérito que investigou fraudes na documentação da casa noturna, os promotores fizeram uma nova denúncia por falsidade ideológica contra as oito pessoas que foram ou eram donos de fato ou apenas no papel, incluindo Elissandro, o pai, a mãe, a irmã dele e Mauro Hoffmann. 

19) Alvará contra incêndio emitido por software – Antes da tragédia, os bombeiros de Santa Maria – e de todos os municípios do interior do estado – utilizavam um software para emitir alvarás de proteção contra incêndio. Batizado de Sistema Integrado de Gestão de Prevenção de Incêndio (SIG-PI), ele foi criado para agilizar o processo, mas acabou desvirtuado. No caso da Kiss, o sistema gerou um PPCI a partir das informações dos proprietários da boate, sem responsável técnico. Na conclusão do inquérito, a polícia qualificou o sistema como “falho, incompleto, simplificado ao ponto de dar primazia à quantidade (de vistorias) em detrimento da qualidade (segurança)”. Após a tragédia, o procedimento foi modificado.

Bombeiros boate Kiss (Foto: Germano Roratto/Agência RBS)
Bombeiros combatem as chamas na boate
(Foto: Germano Roratto/Agência RBS)
20) Bombeiros não tinham máscaras suficientes – A estrutura dos bombeiros de Santa Maria foi criticada após o incêndio. Segundo as investigações da polícia, faltaram equipamentos como máscaras de oxigênio. Bombeiros disseram que de seis a oito respiradores autônomos estavam disponíveis para o resgate das vítimas de um total de 21. A polícia concluiu que se os bombeiros estivessem equipados com os tais 21 aparelhos “teriam mais condições de entrarem no interior da boate tomada pela fumaça e de lá retirarem mais sobreviventes”. O inquérito foi encaminhado para a Justiça Militar para que o comandante do 4º Comando Regional dos Bombeiros, tenente-coronel Moisés da Silva Fuchs, fosse investigado por homicídio culposo por suposta negligência, mas o caso foi arquivado.   

O incêndio provocou pânico e muitas pessoas não conseguiram acessar a saída de emergência (Foto: Germano Roratto/Agência RBS)
Frequentadores saíram e entraram na boate
(Foto: Germano Roratto/Agência RBS)
21) Participação de civis no resgate das vítimas – Várias pessoas que estavam na festa ajudaram no resgate das vítimas e tiraram de dentro da boate incontáveis sobreviventes, conforme os relatos. A polícia conseguiu provas de que pelo menos cinco desses civis morreram ao ingressarem novamente no prédio. O relatória da polícia concluiu que os bombeiros “estimularam” e “forneceram equipamentos” para que civis entrassem na boate e pediu à Justiça Militar que sete militares fossem indiciados por homicídio culposo por suposta omissão. O MP Público arquivou a denúncia por entender que não há provas ou indícios suficientes e que não há como individualizar a conduta de cada bombeiro diante das circunstâncias de caos e desespero no cenário da tragédia.      

22) Obra executada por empresa de bombeiro – A instalação de barras antipânico da Kiss, obras que constavam no PPCI da boate, foi feita pela Hidramix, empresa que tinha o bombeiro da ativa Roberto Flavio da Silveira e Souza como sócio. A polícia abriu inquérito para investigar se havia favorecimento a empresas ligadas à corporação nas vistorias e liberações de alvarás por parte dos bombeiros, mas a investigação foi concluída sem indiciamentos. O bombeiro, no entanto, foi exonerado da Brigada Militar em novembro por exercício ilegal da profissão, uma vez que militares não podem ser proprietários ou ter participação em empresas privadas.

23) Acordo com MP mal vistoriado – Em novembro de 2011, o MP assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a Kiss. O acordo tinha como objetivo solucionar problemas de poluição sonora alvo de reclamações de vizinhos e, a grosso modo, resultou na instalação da espuma no teto. O advogado de Elissandro protocolou uma notícia-crime alegando omissão e negligência do promotor responsável pelo TAC. O promotor se defendeu e disse que não recomendou a colocação da espuma e que ela foi instalada pelos proprietários após a vistoria do MP. O MP arquivou o pedido de investigação contra o promotor por considerar que a atuação dele foi correta e não teve qualquer relação com a tragédia, mas depois do episódio a nova lei estadual contra incêndio determinou que esse tipo de acordo só pode ser firmado com aval e fiscalização do Corpo de Bombeiros. 

Adão Villaverde presidiu comissão deu origem a nova lei de incêndios (Foto: Marcelo Bertani/Agência ALRS)
Lei de prevenção a incêndio foi revista no Rio
Grande do Sul (Foto: Marcelo Bertani/ALRS)
24) Leis contra incêndio poucos claras – Na opinião da comissão especial do Crea-RS, a tragédia evidenciou as deficiências da leis contra incêndio no Rio Grande do Sul, consideradas “pouco precisas”. “O uso de definições e especificações genéricas e amplas gera a possibilidade de interpretações diversas, algumas tecnicamente inadequadas”, destacou o relatório. Foi valendo-se dessa confusão nas leis que os proprietários teriam conseguido autorização para a boate funcionar apenas com uma porta de saída. Após a tragédia, a lei estadual contra incêndio foi revista.

Entenda

A 24ª CIPM DIVULGA: RESULTADOS DAS AÇÕES POLICIAIS NO SÁBADO - 24/01/2015

O comando desta 24ª CIPM divulga para conhecimento da sociedade, os resultados das ações policiais militares empreendidas no último sábado, dia 24 de janeiro de 2015.

A 24ª CIPM continua intensificando suas ações nos povoados, sendo realizadas abordagens nas localidade próximas a Mirangaba, a exemplo de Canabrava e Taquarendi, que culminaram com a apreensão de 09 (nove) motocicletas. A operação que se iniciou por volta das 17h30min do dia 24/01/2015 teve término por volta das 03h30min do dia 25/01/2015. Também nos municípios de Saúde, Caldeirão Grande e Caém houveram ações empreendidas pela 24ª CIPM, que culminaram na apreensão de 11 (onze) motocicletas. Totalizando o quantitativo de 20 (vinte) motocicletas aprendidas por crimes e/ou infrações de trânsito neste final de semana.

Ademais, foram realizadas abordagens a estabelecimentos e eventos, sendo 09 (nove) bares e 02 (duas) boates, com um total de aproximadamente 350 (trezentos e cinquenta) pessoas abordadas. Estas ações foram desenvolvidas no sentido de combater a criminalidade prevenir de eventuais delitos, denotando a constante preocupação do comando da 24ª CIPM em intensificar o policiamento da região com vistas a manutenção da paz e da ordem pública. Fonte: 24ª CIPM. Augusto Urgente

JACOBINA: FUNCIONÁRIOS DE CARTÓRIOS ENTRAM DE FÉRIAS E POPULAÇÃO SE SENTE PREJUDICADA

As pessoas que procuraram os serviços dos Cartórios extra-judiciais de Jacobina nesta segunda tiveram uma surpresa pouco agradável. Quem esperou na  fila hoje pela manhã na porta do órgão foi informado que apenas o Cartorio do 1 Oficio, que atende Jacobina e Itapeipú,  está funcionando, realizando somente declaração de óbito e certidão de nascimento. O tabelionato de notas não está funcionando devido aos funcionários estarem de férias, portanto serviços como autenticação de documentos, reconhecimento de firma e etc, não estão sendo feitos. A previsão é de que o tabelionato só volte a funcionar a partir de fevereiro, quando a funcionaria retorna as suas atividades, pois não há funcionários para substituí-los. Os cidadãos também  reclamaram da falta de informação a sociedade. Segundo eles deveria se ter um aviso na porta do prédio para que as pessoas não esperassem em vão. Um cidadão que precisava autenticar um documento de compra e venda de veículos relatou que se um aviso estivesse na porta ele não estaria esperando em vão desde as cinco da manhã. Enquanto isso, quem precisar de serviços cartoriais em Jacobina  terá que procurar municípios vizinhos como, por exemplo, Caém e Mirangaba. A maioria das pessoas que estiveram nos cartórios hoje deixaram o local frustradas , sem conseguir realizar o serviço que precisava.

Emerson Rocha / Bahia Acontece.

IBGE: produção industrial cai em sete locais pesquisados; Bahia teve alta

Sete dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tiveram queda na produção industrial na passagem de outubro para novembro de 2014. A maior queda foi observada no Amazonas (-4%), segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgados hoje (13).
Indústrias
Principal polo industrial do Brasil, o estado de São Paulo também teve redução na produção: -2,3%  (Foto: Divulgação)

Houve quedas também em Minas Gerais (-2,6%), Santa Catarina (-1,9%), no Ceará (-1,2%), Rio Grande do Sul (-0,9%) e em Goiás (-0,1%). Principal polo industrial do Brasil, o estado de São Paulo também teve redução na produção: -2,3%. A queda média nacional foi 0,7%.
Por outro lado, sete locais tiveram alta na produção nesse tipo de comparação: Pernambuco (5,3%), o Rio de Janeiro (2,5%), Espírito Santo (1,7%), a Região Nordeste (1,0%), Paraná (0,9%), o Pará (0,8%) e a Bahia (0,6%).
Nos outros tipos de comparação, o IBGE também analisa o desempenho do estado de Mato Grosso. Na comparação de novembro deste ano com o mesmo período do ano passado, em 11 dos 15 locais pesquisados houve recuo na produção. A principal queda foi observada no Amazonas (-16,9%). Houve avanço em quatro locais, com destaque para o Espírito Santo (11,7%).
No acumulado do ano, a produção caiu em dez dos 15 locais pesquisados, com destaque para o Paraná (-6,2%). Na Região Nordeste, houve estabilidade. Em quatro locais, houve alta, entre eles o Pará, com crescimento de 8,8%.
No acumulado de 12 meses, a produção recuou em dez dos 15 locais. As maiores quedas foram em São Paulo e no Paraná, ambos com 5,9%. Em cinco locais, houve alta, com destaque para o Pará (8,6%). Correio

Polícia Federal prende mulher com 28 kg de maconha dentro de casa na BA

O flagrante foi feito com apoio de equipes da Policia Militar, nas imediações do bairro Terras do Remanso em Vitória da Conquista
  

Droga foi apreendida dentro de casa (Foto: Divulgação/Polícia Federal)

Uma mulher foi presa em flagrante pela Polícia Federal nesta segunda-feira (12) na cidade de Vitória da Conquista, que fica a 509 quilômetros de Salvador. Segundo a polícia, ela escondia dentro de casa um pouco mais de 28 quilos de maconha.

O flagrante foi feito com apoio de equipes da Policia Militar, nas imediações do bairro Terras do Remanso. A mulher, que não teve o nome divulgado, foi autuada por tráfico ilícito de drogas e foi encaminhada para o presídio Nilton Gonçalves, em Vitória da Conquista, onde ficará à disposição da justiça. 

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